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Terça-feira, 27 de junho de 2017

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Para evitar atraso na folha salarial, Governo pede adiamento de parcela do duodécimo

Da Redação - Patrícia Neves

11 Ago 2016 - 08:00

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Para evitar atraso na folha salarial, Governo pede adiamento de parcela do duodécimo
Para evitar atrasos na folha salarial, a Secretaria de Estado de Fazenda solicitou aos  Poderes um novo adiamento para o repasse da quarta parcela do duodécimo referente ao mês de julho e à quarta parcela de agosto, que vencerá no dia 25. Segundo o Gabinete de Comunicação, o objetivo é o não comprometimento da folha de pagamento dos servidores do Executivo Estadual. O governo vem se reunindo com os Poderes para tratar sobre o assunto. A medida atinge a Assembleia Legislativa, Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado, assim como a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso.

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Em nota, o Governo frisa que  a necessidade do adiamento dos repasses ocorre em função da indisponibilidade financeira no tesouro do Estado, ocasionada pelo crescimento maior das despesas frente ao aumento da receita.

No mês de julho foram repassados R$ 62,4 milhões referentes às três parcelas de custeio, restando a quarta parcela no valor de R$ 132,3 milhões.

Para o mês de agosto já foram repassados R$ 24,2 milhões referentes à primeira parcela de custeio e, a segunda parcela, de R$ 24,2 milhões, tem previsão para ser repassada nesta quinta-feira (11).

Economia

Ainda de acordo com o Gabinete de Comunicação, até  o final deste ano, o Governo do Estado efetivará cortes nos gastos das unidades orçamentárias. Desta forma, serão mantidos apenas serviços essenciais como água, energia e telefone. As áreas de saúde, segurança e educação não sofrerão cortes.

A medida é uma das estratégias do Estado para reduzir despesas e minimizar impactos para a sociedade mato-grossense.

O Governo do Estado reitera, mais uma vez, a confiança em todos os representantes dos Poderes para que Mato Grosso avance nas soluções para passar por esse momento, que exige esforços e união de todos.

17 comentários

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  • Dario
    11 Ago 2016 às 14:46

    Essa narrativa fica prejudicada diante da continuidade do pagamento de verbas indenizatórias a quem não tem qualquer despesa a ser ressarcida, além de outros gastos que não seriam priorizados em situação de crise.

  • Marcelo
    11 Ago 2016 às 14:37

    Mas se não tem dinheiro, como estão falando em iniciar a duplicação da Estrada da Guia em setembro próximo, a um custo de R$ 34 milhões para duplicar 4,9km, e em concurso para preencher 160 vagas na POLITEC ? Gostaria que esse questionamento fosse esclarecido

  • Luis
    11 Ago 2016 às 13:14

    Victor, não adianta se gargantiarem muito, o legislativo e judiciário não tem receita, dependem do Executivo gerar receita para atendê-los.

  • Pardal
    11 Ago 2016 às 12:56

    Pagar os servidores em dias é obrigação social, legal e política. Repassar verbas para os Poderes dentro da LDO e LOA também é obrigação, cadê o Planejamento? Para onde está indo a arrecadação do Estado MT? Se a despesa está maior que a Receita têm que ser tomadas medidas administrativas e corrretivas pelo governo e seu secretariado. Solicitamos que o governo MT faça o reajuste orçamentário

  • Carlos Nunes
    11 Ago 2016 às 12:51

    Depois da eleição municipal...o povo brasileiro, especialmente os trabalhadores, os servidores públicos, etc. vão tomar um grande SUSTO, pois vem aí as MEDIDAS IMPOPULARES do Temer. Os telejornais já estão divulgando algumas, entre elas: 1) Congelamento dos salários dos servidores por 2 anos...medida super-absurda, quer dizer que congela o salário do servidor, mas continua subindo tudo, e os salários dos trabalhadores da iniciativa privada continuam subindo? Vai ser o maior imbróglio nacional. 2) mexida na Previdência, aonde os telejornais já informaram que...pessoas que hoje tem idade inferior aos 50 anos, serão todas penalizadas, além da idade mínima de aposentadoria da Mulher, que passará dos 60 anos para os 65. Essas são algumas medidas...virão várias, cada uma mais cabeluda do que a outro, pior do que lobisomem na lua cheia. Só manobras para encher o caixa do governo vazio, metendo a mão no bolso do povo (também vazio e endividado). Vote! A Dilma deixou a Economia Brasileira afundada até o pescoço...agora o Temer quer dar o remédio que pode matar o paciente...de raiva.

  • Carlos Nunes
    11 Ago 2016 às 11:54

    O Taques está perdendo tempo...devia chamar a Imprensa e abrir as contas do Estado, mostrando que NÃO TEM DINHEIRO. Foi corajosa a atitude do governador do Rio, Francisco Dornelles, que declarou estado de calamidade pública. Quando não tem dinheiro, tem que investir somente nas VERDADEIRAS PRIORIDADES, e parar de fazer promessas e mais promessas que nunca serão cumpridas. O governo da Dilma afundou a Economia Brasileira - viramos uma espécie de Grécia NA MARRA, com caixa do governo vazio e bolso do povo vazio e endividado. Cometeu crimes: de responsabilidade e de irresponsabilidade, pois causou o desemprego de 12 Milhões de trabalhadores... Com o bolso do povo vazio, parou tudo: caiu o consumo, diminuiu a arrecadação, aumentou o endividamento, aumentou o desemprego porque ninguém está comprando nada, e assim vai.

  • Victor
    11 Ago 2016 às 10:58

    Parem de ter inveja do judiciario e legislativo e façam concurso pra entrar ou só conseguem passar em concurso de professor que ninguem quer ser?? Kkkkkkk

  • Observador
    11 Ago 2016 às 10:44

    Não tem dinheiro para pagar folha, mas tem dinheiro para pagar Comissionados em Viagens (diárias)..........abra o olho o povo ta esperto......chega de Ver o passado e faça de verdade a Gestão que Vossa Excelência prometeu na Campanha Pedro Taques - PT, já já termina seu mandado e vc ainda com essa balela, Gente se observamos ele não fez nada e tudo Cópia do Passado só um exemplo: Casamento Comunitário (gestão anterior) Casamento Social (gestão atual) acorda kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  • Amarildo
    11 Ago 2016 às 10:23

    Governador... tudo bem! quer sacrificar, então acabe com a farra das "verbas indenizatórias" no executivo. Não tem sentido um fiscal de tributos, os delegados e auditores do Estado, receberem cerca de R$ 6.000,00 reais por mês, sem prestação de contas, a título de verba indenizatórias, além dos salários astronômicos. Quer sacrificar os poderes, então moraliza a casa, afinal, trata-se de dinheiro público, que poderia ser investido em educação e na própria segurança pública.

  • Contribuinte indignado
    11 Ago 2016 às 10:19

    No governo Silval, para cumprir um acordo de campanha feito com os fiscais de tributo, o governo encaminhou para a AL um Projeto de Lei que aumentava o teto salarial no Estado, que então era o salário do governador, cerca de 20 mil reais, passando a ser o do desembargador do TJ. Por que não volta ao que era antes, por que não adota a EC 41/2003 e faça como o governo de SP, cujo teto salarial é o salário do governador.

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