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Terça-feira, 24 de outubro de 2017

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Esquema e os apelidos

Careca, Manhoso e Cofrinho são apontados como beneficiários de propina de R$ 900 mil

Da Redação

15 Abr 2017 - 11:20

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu investigação contra políticos

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu investigação contra políticos

O ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso, Edmilson dos Santos, do procurador do Estado João Virgílio Nascimento Sobrinho e do procurador aposentado Francisco Lima,  o “Chico Lima”, aparecem na delação na Operação Lava Jato. O diretor de contratos da Odebrecht, Pedro Augusto Neto, citou o nome deles como recebedores da quantia de R$ 900 mil (totalizando R$ 330 mil para cada um) para que agilizassem um estudo para que MT pudesse receber recursos da União na gestão Maggi, que nega qualquer tipo de envolvimento no esquema. Em planilhas divulgadas com os codinomes dos envolvidos, a investigação aponta que  Edmilson era conhecido como “Cofrinho” e Chico Lima recebeu o apelido de “Manhoso”. Já João Virgílio era chamado de “Careca".

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