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Quinta-feira, 25 de maio de 2017

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Fora do gabinete

Eduardo Gomes está no rol que inclui políticos, jornalistas, médicos e servidores interceptados clandestinamente

Da Redação

18 Mai 2017 - 08:10

Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

Wagner Ramos explica que servidor grampeado não mais fazia parte de sua assessoria

Wagner Ramos explica que servidor grampeado não mais fazia parte de sua assessoria

Um dos principais defensores do governo na Assembleia, o deputado Wagner Ramos (PSD) esclareceu, em nota, que o advogado Eduardo Gomes da Silva Filho, entre os possíveis ‘grampeados’ pela Polícia Militar de Mato Grosso, não era seu assessor, em 2014. Eduardo Gomes está com outros nomes, em que se incluem  políticos, jornalistas,  médicos e servidores  interceptados clandestinamente  por policiais militares, desde 2014.  Ele foi seu desde 2009 até 2011 e, na época das escutas, o servidor não estava lotado no gabinete de Wagner Ramos – há mais de três anos antes do fato. O lotocionograma de 2011 não está disponível no site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. 

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