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Quarta-feira, 16 de agosto de 2017

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Dilmar afirma que Taques não fará nova proposta de RGA, mas Adolpho admite conversa com Gustavo

Da Redação - Jardel P. Arruda/ Da Reportagem Local - Erika Oliveira

12 Jun 2017 - 14:40

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Dilmar afirma que Taques não fará nova proposta de RGA, mas Adolpho admite conversa com Gustavo
O secretário chefe da Casa Civil, José Adolpho, e o líder do Governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal’Bosco, duas das principais vozes do governador Pedro Taques (PSDB), deram declarações em sentido diferentes, na manhã desta segunda-feira (12), sobre a possibilidade de ser enviada uma nova proposta, mais "agradável" aos servidores estaduais, de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA).

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Enquanto José Adolpho admitiu estar em contato com o secretário de Estado de Fazenda, Gustavo Oliveira, para elaborar uma nova proposta, Dilmar garantiu que o governador Pedro Taques não trabalha com essa possibilidade. Além disso, Dilmar garante que o Estado nem tem dinheiro para outro tipo de acordo.

“Vou conversar hoje com o secretário Gustavo para fazermos uma contraproposta do que está apresentado”, disse José Adolpho. Segundo ele, no entanto, o Governo manterá a linha de fazer propostas factíveis de serem cumpridas.

Questionado sobre a possibilidade de adiantar as parcelas, visto que a atual proposta do Governo é dividir a revisão em três prestações de 2,15%, pagas a partir de janeiro de 2018, o secretário despistou. “Na proposta já existe uma parcela esse ano, que é em dezembro, logicamente sendo pago em janeiro”, disse.

Por outro lado, Dilmar afirma que o governador Pedro Taques não demonstra interesse em um nova proposta e ainda afirmou ser “quase impossível” financeiramente o Governo apresentar nova proposta aos servidores.

“Não que seja inviável, é quase impossível. Estamos com problemas de frustração de receita e estamos com queda de receita. Além da frustração de verbas federais, estamos com dificuldade de arrecadar dentro do Estado. A maior fatia nossa é o ICMS e estamos com dificuldade”, asseverou Dilmar.

“O governador já apresentou a proposta do Governo. Já é uma proposta bem elaborada. Não tem outra proposta. A proposta que nós temos é essa, bem definida. Não temos condições de fazer qualquer tipo de mudança. Até porque estamos atrás de dinheiro novo para salvar a saúde pública. Dificilmente se altera alguma coisa. Ainda temos que contemplar os 3,92% desse ano. Estamos com dificuldade de caixa”, completou.

22 comentários

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  • Servidor
    13 Jun 2017 às 10:35

    Este deputado madeireiro usa a Assembleia para defender os seus próprios interesses e entre estes interesses esta o de tentar mais uma vez acabar com a identitificação de madeira que o instrumento ambiental que descobre as falcatruas no transporte das cargas de madeira para que ele e sua turma continue a destruir o meio ambiente em Mato Grosso. Ainda sem falar na renuncia da arrecadação que é em torno de 27.000.000,00 por ano. (Vinte e sete milhões de reais por ano), ai vem falar de falta de dinheiro neste Estado...Acho que esta faltando neste Estado é uma devassa da Policia Federal e botar toda esta turma na cadeia aonde já deviam estar juntinhos com o Silval há muito tempo. Mas em 2018 vamos deixar todos estes deputados sem foro privilegiado ai veremos quem é quem....

  • Franco
    13 Jun 2017 às 10:00

    Qual o problema com o meu comentário. O olhar direto não gosta do contraditório?

  • Franco
    13 Jun 2017 às 09:45

    Os funcionários públicos precisam entender a situação atual da economia brasileira, onde existem estados que não conseguiram nem pagar o 13º salário em dezembro de 2016. O Estado de Mato Grosso além de estar pagando o salário pràticamente em dia ainda está tentando negociar o RGA parcelado, o que representa um ganho considerável se levarmos em conta a atual conjuntura econômica do país , o qual foi destruida pelo t e seus acólitos. Não sedeixem conduzir como gado pelos sindicalistas que só querem usa-los como massa de manobra para os seus vôos e trampolins politicos.

  • Augusto
    13 Jun 2017 às 09:06

    Os servidores precisam parar e exigir publicamente o impeachment do governador: 1. Desvios de recursos na seduc em seu governo 2. Destinação de recursos da Saúde (recurso federal) em outras áreas o que é proibido por lei, criando o caos de propósito e usando recursos da folha de pagamento para quitação 3. Grampear adversários políticos e até deputados da base, desembargadores, juízes e promotores (evitando assim qualquer controle sobre a atividade do Executivo e afrontando princípios constitucionais sensíveis da ordem democrática).

  • Rodrigo
    13 Jun 2017 às 09:06

    Na verdade o governador ia pagar a RGA, mas com a denúncia dos grampos os deputados o colocaram contra a parede para liberar as emendas parlamentares (que o governador não faz o repasse desde o ano passado), e propuseram retirar da RGA para este fim. Depois vem esse deputado pousar de santo.

  • coreano
    13 Jun 2017 às 08:42

    O certo é tirar todos esses deputados ano que vem.

  • Pardal
    12 Jun 2017 às 23:08

    Amanhã, dia 13/06/17, têm que sair uma proposta do governo alinhavada em duas parcelas do RGA 2016, dentro do ano 2017, como foi combinado. Ou , não têm palavra, ou entendemos tudo errado, ou é pouco caso? Os Deputados são para fiscalizar e não aliar, o Adolfo é um bom administrador e como gestor vai dar o toque que precisamos para um BOM ACORDO.

  • Pedro Araújo silva
    12 Jun 2017 às 22:58

    Fico revoltado com isso, porque só o executivo não tem o RGA? Vamos fazer movimentos e em 2018 esses deputados não terão mais o voto dos servidores, vamos colocar professores e militares na assembleia, vamos votar em servidores meu povo.

  • Mestre Caravelas
    12 Jun 2017 às 21:54

    Os servidores estão com bastante tempo para comentar matérias em horário de expediente hein..

  • Carlos
    12 Jun 2017 às 21:37

    Romoaldo em Mato Grosso existe duas espécies de classe de servidores. A primeira classe composta pelos servidores do Legislativo, Judiciário e MP, que recebem integralmente a Revisão Geral Anual, auxílio-faculdade, auxílio-alimentação, entre outras benesses e a segunda classe composta pelos servidores do Executivo sem auxílios, sem RGA e eventualmente rotulados de vagabundos, mesmo sendo obrigados a trabalhar em condições precárias e com défict de pessoal.

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