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Terça-feira, 25 de julho de 2017

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Jogador do Luverdense preso acusado de receptação é solto após pagar fiança de R$ 5 mil

Da Redação - Vinicius Mendes

14 Jul 2017 - 10:35

Jogador do Luverdense preso acusado de receptação é solto após pagar fiança de R$ 5 mil
O jogador do time Luverdense, Diogo Henrique Sodré, de 26 anos, que foi preso na noite desta quinta-feira (13), acusado de receptação de um carro produto de estelionato, foi solto durante a madrugada desta sexta-feira (14) após pagar fiança no valor de R$ 5 mil.
 
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A ação que prendeu Diogo foi uma colaboração da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (Derfva) com a Delegacia de Estelionatos de Curitiba (PR).
 
O jogador estava hospedado em um hotel, no bairro Bandeirantes em Cuiabá, quando foi preso e encaminhado à delegacia. Após prestar depoimento ele pagou fiança e foi solto.
 
Depois de ser liberado, Diogo voltou ao hotel e ficou hospedado até esta manhã. O Olhar Direto entrou em contato com o hotel, para tentar falar com o jogador, mas Diogo não respondeu. Por volta das 9h30, em uma nova tentativa, o site foi informado de que o jogador fechou sua conta no hotel e foi embora.
 
O golpe
 
Em abril de 2016 o senhor Nelson Nunes da Rosa Júnior fez um contrato, no valor de R$ 3,5 milhões, com a empresa Chinasso Empreendimentos Imobiliários Ltda, e alugou 16 carros de luxo, alegando que os veículos seriam para o uso de partidos políticos e empresários do Paraná, no entanto, por meio de fraude os carros foram vendidos.
 
Com o não cumprimento do contrato, o sócio proprietário da empresa fez uma denúncia contra Nelson e a Delegacia de Estelionato de Curitiba deu início às investigações.
 
O carro que estava em posse de Diogo foi o primeiro a ser apreendido. Por meio de investigações e monitoramento, a Delegacia de Estelionato de Curitiba conseguiu rastrear o Volvo e acionou a Derfva de Cuiabá, para fazer a apreensão.
 
A operação ainda não foi deflagrada, pois a Delegacia de Estelionato aguarda o mandado de prisão contra Nelson Nunes da Rosa Júnior, e só acionaram a Derfva de Cuiabá, para fazer a apreensão, justamente por estar em um estado distante.
 
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