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Sexta-feira, 24 de novembro de 2017

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Corregedorias abrem procedimento para apurar caso envolvendo escrivão que sacou arma para militares em delegacia

Da Redação - Vinicius Mendes

14 Jul 2017 - 14:05

Foto: Olhar Direto

Corregedorias abrem procedimento para apurar caso envolvendo escrivão que sacou arma para militares em delegacia
As Corregedorias da Polícia Civil e Militar estão apurando o caso do desentendimento entre um escrivão da Polícia Civil, que sacou uma arma de fogo e ameaçou vários policiais militares, na Central de Flagrantes de Várzea Grande, na madrugada desta sexta-feira (14).  
 
O ocorrido será analisado para que a Corregedoria da PJC aplique os procedimentos cabíveis ao policial. Desentendimento acabou sem prisões.
 
Leia mais:
Irritado com prisão da mãe, policial civil saca arma dentro de delegacia e ameaça atirar em cabo da PM
 
O caso
 
Em uma ronda que faziam pelo bairro Asa Bela em Várzea Grande, os policiais militares abordaram um jovem, de 18 anos, e encontraram com ele duas porções de substância análoga a maconha.
 
Minutos depois a mãe, de 43 anos, do jovem chegou xingando os policiais e disse: "Policiais filhos da puta, vagabundos, meu filho é policial, ele irá matar vocês". Os policiais então deram voz de prisão à mulher e conduziram ela e seu filho para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.
 
O jovem foi encaminhado acusado de tráfico ilícito de drogas, ameaça e desobediência e sua mãe foi acusada de desobediência, ameaça, dano e desacato.
 
Na delegacia, o investigador da Polícia Civil, filho da acusada, se apresentou, ameaçou os policiais e também exigiu que soltassem os dois acusados, dizendo: "Se tiver que matar eu mato, que eu sou policial civil, eu que mando aqui".
 
A Diretoria da Polícia Civil e a Corregedoria Geral acompanharam o procedimento na delegacia e agora a corregedoria irá analisar as providências cabíveis em relação ao policial civil.
 
Com relações às prisões, de acordo com a assessoria da Polícia Judiciária Civil, somente o jovem de 18 anos foi autuado pela posse da droga, mas nem ele, ou qualquer um dos outros envolvidos, ficaram presos.
 
A Polícia Militar se manifestou apenas através de uma nota:
 
NOTA/PMMT
 
A Polícia Militar informa que o comandante do 2ºCR (Comando Regional) coronel Alessandro Ferreira da Silva acompanhou a ocorrência na Delegacia de Várzea Grande na noite desta quinta-feira(13.07) e que a Corregedoria Geral da PMMT está analisando as medidas a serem adotadas.

3 comentários

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  • Batman
    14 Jul 2017 às 20:45

    Bacana de tudo isso é ver que houve excesso das duas partes, e agora todo mundo é santo. Tem que ter culhão pra assumir o que realmente aconteceu. Mas nenhuma das partes vai.. cada um querendo esconder os seus podres... Enquanto isso a população é quem sofre. Continuem assim... Vamos metendo o dedo na ferida de cada polícia, de cada abordagem"fora da lei" de cada... Quem sabe melhoram!

  • Cidadão Brasileiro
    14 Jul 2017 às 14:56

    mais um caso "PIZZA"

  • PINCEL (aposentado)
    14 Jul 2017 às 14:27

    ???Ali no Santa ISABÉL e asa bela tem familia de 1 ex-policial civil mesmo já falecido tar de CAVERA que é envolvido até o (S). A CORREGEDORIA DA PM tem mesmo é que acompanhar o CASO pra ver se não há CORPORATIVISMO no caso pra PAPARICAR 1 VAGABUNDO DESSE que tenta contra uma GUARNIÇÃO FAZENDO nada do que justo e sua obrigações solicitada via CIOSP uma OCORRENCIA DETERMINADA>.. Ohhh vagabundo ninguém foi lá por CONTA e RISCO não foi porque houve uma DENUNCIA E UMA SOLICITAÇÃO>.. e pra prova da MATERIALIDADE pega o POVO COM A MÃO NA MASSA... (((mpe))) TEM QUE ACOMPANHAR ESSE CASO E SOCAR O fumooo o penis nesse SERVIDOR PUBLICO pelo crime que cometeu foca a NABAAA nele... imacular o nome de uma INSTITUIÇÃO TÃO SERIA QUE É A Gloriosa POLICIA CIVIL co-irmá da nossa PMMT.

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