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Sexta-feira, 22 de setembro de 2017

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Sem jeitinho...

É preciso debater os privilégios de parte do funcionalismo público

Da Redação

02 Set 2017 - 07:00

Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

Sem jeitinho...
É provável que muitos vão destacar que a maioria do funcionalismo público brasileiro ganha mal. Isso é certo. E, lógico, em Mato Grosso isso não é diferente. Todavia, no meio da imensidão de servidores públicos mal remunerados, existem castas privilegiadas que chegam a receber até mais de R$ 100 mil por mês de salário, principalmente no Poder Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado (TCE). São incorporados vários auxílios e verbas indenizatórias, que, enfim, engordam o salário acima do teto constitucional e se transformam em verdadeiros marajás da República. É preciso dar um basta nessa imoralidade. A Constituição determina que o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), R$ 37,4 mil, representa o teto máximo no serviço público. Então, os penduricalhos devem ser abolidos. Se a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), por exemplo, permite, então, deve ser revogada, porque é inconstitucional. E que finalmente todos sejam realmente iguais perante a lei, pondo fim ao país do jeitinho, inclusive nos superslários, acima do recebido por ministros do STF.

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