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Domingo, 19 de novembro de 2017

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Polícia apreende 500 pares de tênis falsificados da Nike, Adidas e outros em Cuiabá; produtos serão queimados

Da Redação - Wesley Santiago

12 Set 2017 - 15:28

Foto: Divulgação

Polícia apreende 500 pares de tênis falsificados da Nike, Adidas e outros em Cuiabá; produtos serão queimados
Uma ação conjunta da Delegacia Especializada do Consumidor e do Procon Municipal, na loja Atacadão do Tenis, no bairro CPA 2, em Cuiabá, resultou na apreensão de 500 pares de tênis de marcas mundialmente conhecidas como: Nike (150 pares), Adidas (150 pares),  Asics (50 tênis),  Mizuno (50 tênis), Puma (50 tênis), e New Balance (50 tênis), todos considerados produtos ilegais (piratas) por não terem sido importados pelo fabricante ou autorizados a sua venda. O fato foi registrado nesta terça-feira (12).

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Um caminhão Baú da Diretoria de Execuções Estratégicas (DEE) foi usado para transportar a mercadoria que ficará guardada em depósito, até emissão de laudo pericial confirmado a falsificação dos produtos. Na sequência, os produtos serão destruídos com autorização da Justiça. Os policiais da Diretoria de Execução Estratégica também deram apoio a ação.
 
Dois pares de tênis das marcas Adidas e Nike, de alto valor no mercado quando originais, eram comercializados por R$ 100. Também foi encontrado um volume grande de mercadorias, aparentemente falsificadas, no estoque da loja. A gerente e dois funcionários da loja foram conduzidos à Decon para prestarem  declarações sobre a origem dos produtos.
 
O proprietário do estabelecimento está em viagem e será intimado para comparecer na Delegacia, quanto retornar a Cuiabá. O delegado Antonio Carlos de Araújo, da Decon, informou que será instaurado inquérito policial diante da constatação realizada nesta terça-feira. “O combate a pirataria é um trabalho que envolve vários órgãos, como a própria Federação do Comércio, para reprimir o comércio clandestino da venda de produtos ilegais”, disse.
 
O proprietário responderá pelos crimes previstos no artigo 190, inciso I da Lei 9279/96, Código de Propriedade Industrial; com pena de detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7º Inciso II e VII, da Lei 8.137/90, Lei Contra as Relações e Consumo, com pena de detenção de 2 a 5 anos ou multa; e artigos 175, inciso I,  e 180 do Código Penal Brasileiro.

28 comentários

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  • João Paulada
    14 Set 2017 às 12:08

    A fiscalização deve ser feita e os produtos falsificados devem ser destruídos todavia o que questionamos é que se a devida fiscalização é feita também aos grandes Lojistas. Tem lojistas vendendo produtos falsificados inclusive em vários Shoppings de Cuiabá, alguém duvida ???? Vamos pegar os grandes também que sonegam milhares de reais, que compram e revendem produtos de origem ilícita, que compram e revendem produtos falsificados, a mesma atenção deve ser dispensada aos "tubarões" também, ou será que o só os pequenos cometem ilícitos ?????? Fica essa reflexão para os senhores da Lei, vamos combater o crime em geral, sem escolher pessoas.

  • Jr
    13 Set 2017 às 17:08

    Eu gostaria dos que estão dizendo ao contrário pirataria é crime ok e quantas lojas famosas não passa despercebidas os produtos réplicas atenção senhores valor nem sempre é sinal de original qualidade e problemas de saúde são notáveis muito rápido até remédio vem escrito em caso de irritação suspensão do medicamento e procurar médico e aos defensores de politicos errôneo é essa a democracia brasileira .

  • Roberto barros corvo
    13 Set 2017 às 14:52

    Tive problema na coluna devido ao uso de tenis pirata, tenho de fazer tratamento até hoje, nao brinque com algo que afete a sua saude. Quem me conhece sabe oque passei.

  • Marcos
    13 Set 2017 às 14:00

    Lerdadeiro crime é o valor da taxa importação e exportação do Brasil.

  • Heloísa
    13 Set 2017 às 13:25

    Por que não doa os pares nas entidades que sempre precisa de ajuda .. Não tem o que vestir comer e nem calça...

  • Jr
    13 Set 2017 às 09:29

    Porque não apreenderam antes de entrar no destino ? Isso vai deixar mais famílias sem trabalho sem condições de sustentabilidade ai o trabalhador que é pai ou mãe de família fica exposto a entrar pela falta de opção de trabalho digno e pelos salário de miséria do pais chamado Brasil onde impostos consome todo dinheiro do trabalhador e de todos que nele vive ai é marginal mais os governantes não querem enxergar o outro lado da moeda e eu também concordo muitos hoje estão desempregados esses calçados podem muito bem servir a muitos que está necessitando pois o ato de doar não existe para os " HOMENS DA LEI " para não dizer emporcalhados políticos que só aprova aquilo que os vão beneficiar .

  • Marcelo
    13 Set 2017 às 09:20

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  • Pedro
    13 Set 2017 às 09:11

    Baixem a carga tributária e a pirataria será praticamente inexistente.

  • Cleiton
    13 Set 2017 às 08:51

    isso é uma vergonha quer prender produtos falsificados entao tem que prender todos nao conheço esse lugar onde foi pego esses produtos mas vou dar uma dica para o pessoal do procon é so ir la no shopping POPULAR QUE LA TEM VARIOS PRODUTOS FALSIFICADOS

  • JONAS
    13 Set 2017 às 08:06

    Gente existe gente que não pensa, como dar parabéns a isso, eu não sei bem de onde compram esses produtos aqui, mais em outros Estados tem fabricas desses produtos que não acho errado ser comercializados, até porque eles não estão enganando ninguém todos compram sabendo que são réplicas, eu só seria contra se tivessem combatendo todo tipo de pirataria, mais não no shopping popular existe milhões de produtos falsos, mais ninguém vê até porque existe um vereador protetor deles né, que já foi até presidente lá, agora prender todo esse produto de um trabalhador e ainda queimar é querer aparecer, a PJC ou melhor o Governo que ser o certo então combate direito e prende todos começando pelo shopping popular, o povo tem que que cair na real a corrupção está ai também ou seja alguns podem vender outros não será porque????? acorda povo....

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