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Sábado, 21 de outubro de 2017

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Conselho de administração da Unimed define resolução para novas eleições

Da Redação - Vitória Lopes

11 Out 2017 - 18:40

Foto: Reprodução

Conselho de administração da Unimed define resolução para novas eleições
O Conselho de Administração da Unimed Cuiabá aprovou nesta quarta-feira (11) uma normativa para garantir a legalidade de eleições de uma nova gestão da cooperativa, após Arlan Azevedo Ferreira ter renunciado o cargo de vice-presidente na última terça-feira (10).

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As reuniões ordinárias contarão com representantes do conselho fiscal, comissão técnica, comitê educativo e comissão disciplinar cooperativista. 

A decisão aconteceu após o Ministério Público instaurar um inquérito no mês de julho, a respeito de uma denúncia de acúmulo de cargo por parte dos administradores da Unimed.

O presidente Rubens Carlos de Oliveira Júnior, o ex-vice-presidente Arlan Azevedo Ferreira, o diretor financeiro Hudson Marcelo da Costa e o diretor de intercâmbio e relacionamento da Unimed Cuiabá, Eloar Vicenzi, são nomes citados na denúncia.

De acordo com o Conselho, a normativa estabelece que a participação dos representantes na nova eleição seja em caráter de ouvinte. Além disso, assuntos para deliberação em que haja interesse oposto ao da Cooperativa, por parte dos membros do Conselho de Administração, serão postergados para após as eleições do dia 4 de dezembro.

Arlan já é o quarto a ser afastado de um dos cargos. O presidente Rubens de Oliveira já pediu exoneração de seu cargo no Estado e permanece na presidência da Unimed. 

"A situação que estamos vivenciando nesta gestão era tida como inconcebível, há pouquíssimo tempo, uma vez que temos tradição histórica do mesmo comportamento na maioria das cooperativas do país e também na nossa própria Unimed. É lamentável," afirmou o presidente.

Arlan afirmou que decidiu pedir a renúncia de seu cargo na Unimed Cuiabá por conta da incerteza com o processo no Ministério Público, e que a decisão não teve relação com a determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Foi uma renúncia voluntária. Por causa da própria incerteza da tramitação do processo. Baseado nisso eu tomei a decisão. Isto também para facilitar para a própria Unimed, para que não haja nenhum problema do ponto administrativo. Para a cooperativa isto vai dar agilidade a um processo que estava travado e minha situação no Estado não vai ficar prejudicada”, disse o médico.

A eleição para o cargo de vice-presidente deve ocorrer no prazo mínimo de 90 dias.

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