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Monitoramento Fetal via Bluetooth garante segurança do bebê durante trabalho de parto

Da Redação - Fabiana Mendes

10 Nov 2017 - 08:11

Foto: Divulgação

Monitoramento Fetal via Bluetooth garante segurança do bebê durante trabalho de parto
Para diminuir possível "sofrimento fetal"  realidade que pode acometer as mães e os bebês quando ocorre o trabalho de parto, que pode durar mais de 10 horas. A Femina Hospital Infantil e Maternidade oferece um exame exclusivo: o Monitoramento Fetal Contínuo via Bluetooth, uma inovação tecnológica que está revolucionando a ideia de acompanhamento durante o parto adequado. 

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De acordo com o obstetra da Femina Hospital Infantil e Maternidade, Gilberto Rodrigues Pinto, especialista em Medicina Fetal e com 27 anos de experiência em partos, o Monitoramento Fetal Contínuo ou Cardiotocografia é um diferencial na Femina, a única com a tecnologia em Cuiabá. 
 
"A grande vantagem é que você faz uma monitoração do coração do bebê durante todo o trabalho de parto com a paciente não estando toda envolvida com fios, ela pode se locomover e a monitorização é contínua durante todo o trabalho de parto", define.
 
 "O monitoramento é vital para fazer um parto normal com segurança, para que você possa detectar qualquer problema precocemente e agir imediatamente para evitar danos, lesões, complicações ou dificuldades. Esta tecnologia dá uma tranquilidade para o obstetra que não tem preço", completa. 
 
 "Toda gestante que optar por parto normal deveria usar o aparelho, mas são poucas maternidades, como a Femina, que dispõem desse monitoramento contínuo", destaca o médico Gilberto Rodrigues.
 
Conforme explica o especialista, a cardiotocografia é um exame feito por meio de uma cinta com eletrodos colocada na barriga da gestante e ligada a um aparelho, que monitora continuamente os batimentos cardíacos do bebê e as contrações do útero. Na Femina, sob os princípios do Parto Adequado, as gestantes tem toda liberdade para se locomover no hospital enquanto o médico e os enfermeiros obstétricos de plantão observam o feto em um monitor.
 
 "A paciente que interna, com quatro centímetros de dilatação, demora até seis horas para conseguir atingir a dilatação total e o parto normal acontecer. Durante todo esse tempo de trabalho de parto o feto precisa ser escutado, pois é quando eventualmente pode ocorrer o sofrimento fetal, acarretando problemas como paralisia cerebral e até mesmo, em casos extremos a morte", reforça.
 
Caso a cardiotocografia detecte algum sinal de sofrimento fetal, o médico tomará providências para realizar o parto o mais rápido possível, porque o bebê terá melhores condições fora do útero.  Embora o termo "sofrimento fetal" soe desesperador, na maioria dos casos há tempo suficiente para fazer o parto e para que o bebê nasça sem problemas. 
 
De acordo com a assessoria, outro diferencial na Femina é a manutenção da equipe sempre alerta. "Temos profissionais disponíveis 24 horas por dia na sala de parto. Trata-se de uma maternidade modelo, que atende a todas as condições para um parto adequado, com obstetra, pediatra e enfermeiros obstetras durante todo o dia. É a segurança ideal para atender o sonho de toda mãe, que é passar por esse momento com tranquilidade", destaca a diretora-técnica da Femina, Fernannda Pigatto.
 

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