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CRO-MT realiza mais de 1,5 mil fiscalizações em 2017; oito flagrantes de prática ilegal registrados

Da Redação - Vitória Lopes

26 Dez 2017 - 16:01

Uma das ações de fiscalização realizada pelo CRO

Uma das ações de fiscalização realizada pelo CRO

O Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT) divulgou na última quarta-feira (20) que encerra suas atividades deste ano com 1.540 ações de fiscalização, realizadas em 24 municípios mato-grossenses.

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Conforme os dados, entre janeiro e novembro deste ano foram realizadas 1.343 atualizações de cadastros, 143 notificações referentes a irregularidades encontradas, 46 despachos (encaminhamento ao setor jurídico para medidas cabíveis) e ainda foi feito o flagrante de oito práticos em exercício ilegal da profissão (falsos dentistas).

Além de Cuiabá, foram alvos da fiscalização do CRO-MT os municípios de Primavera do Leste, General Carneiro, Portal do Araguaia, Torixoréu, Ribeirãozinho, Alto Araguaia, Juína, Colniza, Guarantã do Norte, Cláudia, Sinop, Tangará da Serra, Nova Olímpia, Barra do Garças, Rondonópolis, Pontes e Lacerda, Cáceres, Várzea Grande, Canarana, Vila Rica, Sapezal, Araputanga e Feliz Natal.

Os flagrantes em pessoas cometendo exercício ilegal da profissão foram registrados em General Carneiro (31 de janeiro), Colniza (16 de fevereiro), Nobres (01 de março), Várzea Grande (17 de abril), Cáceres (11 de maio), Canarana (24 de agosto), Diamantino (17 de outubro) e Cuiabá (16 de novembro).

Denúncias

Neste período, além das fiscalizações por conta própria, o CRO-MT recebeu 216 denúncias, sendo 12 delas feitas de forma anônima, duas via Correios, 34 presenciais e 168 pela web (site, e-mail, whatsapp).

Das denúncias feitas pela web, 100 foram por publicidade irregular (tipo Antes e Depois), 40 por publicidade irregular (sorteio e brindes), nove por negligência no tratamento, quatro por abandono do tratamento, três profissionais sem registro profissional (exercício irregular da profissão), dois por publicidade irregular (em rádio e TV).

Anúncio em sites de compras, profissional atuando sem especialização, falsificação de diploma, cartão sem o número do CRO-MT e publicação de gratuidade no tratamento representaram uma denúncia cada. Outros 48 casos foram reclamações referentes a questões trabalhistas.

“É uma das funções do CRO-MT promover ações que protejam a sociedade e garantam a segurança à população no que diz respeito a saúde oral”, avalia o presidente do CRO-MT, Luíz Evaristo Volpato. "Em 2018 as fiscalizações continuarão".

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