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Sábado, 17 de novembro de 2018

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Universitárias da UFMT denunciam assédio, perseguições e invasão de banheiro feminino

Da Redação - Wesley Santiago

13 Set 2018 - 14:34

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Universitárias da UFMT denunciam assédio, perseguições e invasão de banheiro feminino
As universitárias da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) denunciaram diversos casos de assédio ocorridos no campus. Entre os relatos estão perseguições feitas por homens nus, invasões a banheiros femininos, entre outros casos. A reitoria afirmou estar a par dos casos e pede que todos os fatos sejam denunciados.

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Na página do Instagram denominada "Meu Olhar UFMT", as universitárias compartilharam alguns dos fatos que vivenciaram. “Um dia antes da greve eu estava indo embora de carro com um amigo meu e um homem (...) entrou no meio da rua e tirou toda a roupa. Depois veio com um ferro para bater no carro. Isso era umas 21h em frente às quadras, ele estava vindo da direção dos blocos”, relatou uma das mulheres.
 
“Minha mãe presenciou esse mesmo cara pelado enquanto saia da piscina da UFMT. Ele simplesmente seguiu o carro dela e parou na frente do carro, remexendo o corpo. Apesar de buzinar e ameaçar chamar a polícia, ele não saia. Ela teve de contornar o rapaz que ainda saiu correndo atrás”, contou outra universitária.
 
Em outra postagem, o relato também é de assédio: “Não é só com as mulheres não, em quase todos banheiros masculinos e piscina, você não consegue ter paz na hora de fazer suas necessidades. Os caras esperam na porta, (...) ficam te rodeando e as vezes até colocam as partes íntimas para fora”. O problema já estaria acontecendo há vários anos.
 
Em nota, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) orientou a comunidade acadêmica e a sociedade em geral para que nos casos em que se sentirem vulneráveis frente a alguma situação de risco entre em contato imediato com a Coordenação de Segurança ou servidores da área, que funciona 24 horas por dia e fica localizada próxima à Guarita I.
 
“Caso alguma pessoa se sentir ameaçada, ela pode acionar a Segurança da UFMT nos seguintes números: (65) 3615-8065 ou 3615-8063 (Coordenação de Segurança), (65) 3615 8070 (Guarita I). Ao verificar a situação, a equipe de segurança da Universidade aciona imediatamente a Base Comunitária da Polícia Militar do bairro Boa Esperança quando identifica a necessidade de um atendimento especializado”, diz trecho da nota.
 
Se a pessoa não estiver com um celular, a recomendação é que procure o vigilante mais próximo. “A UFMT conta com as parcerias da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Polícia Federal visando à resolução de incidentes, bem como assegurar a integridade das pessoas e do patrimônio institucional. As ocorrências verificadas pela equipe de segurança são registradas para manter o monitoramento e ações que busquem segurança no Campus. Importante lembrar que, mesmo neste caso, as pessoas envolvidas são orientadas a registrar formalmente o ocorrido junto à autoridade policial, que é a instituição competente para dar prosseguimento investigatório e também legal para casos que infringem a lei”, finaliza a nota.

24 comentários

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  • Nascimento
    14 Set 2018 às 10:26

    O que ocorre dentro da universidade é o reflexo da ideologia da esquerda. Aumente isto em proporção de uma país e olhe para a Venezuela.

  • Contribuinte
    14 Set 2018 às 07:05

    É ideologia de gênero defendido tanto pela esquerda e pelas próprias universidades pessoas se sentem a vontade para adentrar principalmente nos espaços que pertence exclusivamente as mulheres. Podem crer.

  • Mixtense
    13 Set 2018 às 23:04

    Será que é Eron Jason em a ação novamente?

  • Ademir
    13 Set 2018 às 21:30

    Uma Venezuela em Cuiabá é esta UFMT, terra de ninguém, bando de maconheiros, desordem, e que odeiam carteira de trabalho, verdadeiro antro esquerdista, é o que pregam lá, que dinheiro dos outros que trabalham tem de ser divididos entre eles, que sejam sustentados a vida toda!!!

  • Ex aluna
    13 Set 2018 às 20:40

    Uma pena porque a UFMT foi uma ótima universidade, mas infelizmente as instituições são feitas de pessoas que nem sempre estão bem intencionadas. Para esse país mudar é preciso que as pessoas sejam menos egoistas, passem a olhar o próximo com respeito, sobretudo, no ambiente acadêmico.

  • Daniel Boone
    13 Set 2018 às 20:14

    Nos banheiros masculinos não é diferentes. Estão lotados de gays procurando sexo e assediando quem eles querem. A situacao é critica no ICHS, Parque Aquatico e Ginasio. Ninguém faz nada.

  • Cesar
    13 Set 2018 às 18:33

    Quem seria responsavel pela segurança das pessoas dentro do campus universitário é a Polícia Militar, porém, muitos alunos e professores são contra o patrulhamento policial dentro do campus. Basta a reitoria solicitar e permitir que a Polícia Militar realize rondas no campus que isso se resolve....Crime é crime dentro ou fora do campus....

  • Gabriela
    13 Set 2018 às 17:24

    ATROPELA

  • Professor Altier
    13 Set 2018 às 17:15

    Passou da hora de privatizar essa universidades federais que custam um absurdo e que servem como um aparelhamento da esquerda no país e investir pesado na Educação Fundamental, com escolas em período integral, de preferência militarizadas nas regiões mais pobres das cidades. Fortalecer o FIES garantindo acesso ao ensino superior para os reconhecidamente pobres. Hoje o que se vê são os ricos nos melhores cursos das universidades públicas e os pobre pagando FIES.

  • Moderador
    13 Set 2018 às 17:11

    KKAKAKSAKKAKSAKSAKSAKSKASKASKASK FASCISTAS NÃO PASSARÃO !!! POLICIA FASCISTAAAAAAAA!!!! UGA BUGA MACONHAAAAAAAAAAA , R.U PRA TODOS