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Quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

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Mendes diz que irá combater a sonegação e nega aumento de impostos

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

09 Out 2018 - 11:00

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Mendes diz que irá combater a sonegação e nega aumento de impostos
Com o discurso de que irá cortar gastos, extinguir algumas secretarias e exonerar servidores que inflam a máquina pública, o governador eleito Mauro Mendes (DEM) declarou que também irá combater a sonegação para economizar e aumentar a receita do Estado. O ex-prefeito de Cuiabá ainda garantiu que não haverá aumento de impostos na sua gestão.

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Em encontro com a bancada mato-grossense no Senado e na Câmara Federal, o ex-prefeito de Cuiabá explicou que irá buscar alternativas para aumentar a arrecadação sem que o cidadão seja penalizado.

“Vamos combater a sonegação, procurar ações para que nós possamos promover e acelerar o crescimento de algumas atividades econômicas no Estado de Mato Grosso. Nós vamos ter que trabalhar em todas as direções. Vamos ter que economizar de um lado e também trabalhar para aumentar a receita de outros. Agora, o aumento de impostos eu tenho certeza que neste momento é algo impensável por parte do cidadão”, afirmou.

O Democrata, durante sua campanha sempre foi crítico a forma como o atual governador Pedro Taques (PSDB) controla os recursos do Estado, inclusive apresentando documentos e planilhas com a dívida do Poder Executivo, de aproximadamente R$ 3,6 bilhões.

Outra crítica constante em sua campanha era as viagens oficiais do tucano a Brasília com o custo de R$ 70 milhões em jatos, recurso que poderia ser economizado em mais de 90% no caso de  deslocamento em avião de careira.

No encontro com os parlamentares, um dia após ser eleito governador, Mendes discutiu sobre o uso de emendas impositivas para a saúde a partir de 2019.

11 comentários

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  • Gilmar
    10 Out 2018 às 10:00

    Se combater a farra com dinheiro público nós poderes sobra muito dinheiro.

  • Kesso
    10 Out 2018 às 07:40

    Nem sentou na cadeira e já sabe como pagará as contas pessoais. Taques versão 3.0... lá vem aspirador ligado nos bolsos dos contribuintes.

  • Fiscal
    10 Out 2018 às 07:23

    Governador Mauro Mendes o senhor tem que reestruturar os postos fiscais interestaduais dando condições de trabalho e motivando os órgãos de fiscalização que assim o reflexo será imediato nas receitas do Estado sem aumentar um centavo de imposto...O Governo que esta saindo parece que de proposito desmantelou a estrutura de fiscalização do Estado e assim a evasão de impostos foi gritante..

  • Alexandre Miguel
    09 Out 2018 às 22:44

    A sonegação fiscal em Mato Grosso é grande, pagamos os combustíveis mais caros e quase a maioria dos postos não emitem o cupom fiscal, fornecem quando a gente pede quase implorando. Fica a dica para fiscalizar esse segmento.

  • Joao Simao
    09 Out 2018 às 20:01

    Teria que começar pela própria empresa que tem isenção

  • atento
    09 Out 2018 às 18:11

    GOVERNADOR MUITO CUIDADO EM .TAXAR MAIS IMPOSTO .AOS MENOS DESFAVORECIDO FOI ASSIM QUE O ATUAL GOVERNADOR ,NÃO FOI REELEITO , A SUA EXPERIÊNCIA COMO GOVERNADOR DO ESTADO COMEÇA NO DIA 1/01/2019 A SOCIADADE COMEÇARÁ A TE AVALIAR OK !!!

  • Chicão
    09 Out 2018 às 16:15

    Ele só falou isso para tranquilizar os barões do agro. Mas a partir do próximo ano de estilingue ele passa a ser vidraça.

  • Imposto pago retorno zero
    09 Out 2018 às 15:50

    O PEQUENO COMERCIANTE ESTÁ SUFOCADO, ESSES GOVERNOS TORNARAM O COMERCIO INVIÁVEL DEMAIS, TRIBUTAM A ENERGIA MAIS CARA DO BRASIL, O GÁS, O COMBUSTÍVEL É MUITO INVIÁVEL OS CUSTOS SÃO MUITO ALTOS PRECISA MELHORAR DESBUROCRATIZAR MUITOS SETORES ,CONCEDER MAIS CONCESSÕES DE ENERGIA PARA TRAZER INDUSTRIAS PRODUZIR AQUI, GERA MAIS RENDA E DESENVOLVIMENTO !É URGENTE !

  • Lisandro Peixoto Filho
    09 Out 2018 às 13:37

    Insuportável o valo do tributo ICMS praticado em Mato Grosso, que de 35% chega a 42% cobrado por dentro. principalmente o percentual incidente no Gás de Cozinha, combustível, e na Energia Elétrica . Alguma atitude o Executivo deve ser tomada, a reduzir a carga tributária no consumo. O que rege o mercado interno é moeda circulante, que reflete em benefício a todos e não somente a um seguimento.

  • Ângelo
    09 Out 2018 às 13:12

    Se vai combater a sonegação então vai ter que cobrar de toda essa patota de puxa-sacos que o ajudou a se eleger ...

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