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Domingo, 18 de novembro de 2018

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MT fez sua escolha e terá de compreender cortes, diz chefe da Casa Civil sobre futuro governo

Da Redação - Érika Oliveira

04 Nov 2018 - 11:00

Foto: Rogerio Florentino/Olhar Direto

MT fez sua escolha e terá de compreender cortes, diz chefe da Casa Civil sobre futuro governo
Designado pelo governador Pedro Taques (PSDB) para coordenar o período de transição entre este e o próximo governo que irá administrar o Paiaguás, o secretário-chefe da Casa Civil, Ciro Rodolpho Gonçalves, se mostrou ressabiado quanto à proposta de Mauro Mendes (DEM) de reduzir o número de secretarias e cargos. Profundo conhecedor do caixa do Executivo, Ciro prenunciou que o democrata encontrará dificuldades para promover os arranjos que deseja, mas ponderou que a população terá de entender os eventuais cortes.

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“Eu conheço, estou à frente da Casa Civil, é um perfil atípico para essa Secretaria e foi uma opção do governador Pedro Taques nomear um servidor efetivo. Sei realmente da dificuldade que será a definição não só de reforma das secretarias, porque passa por definições financeiras, passa por definições políticas. Mas Mato Grosso fez a sua escolha, então os segmentos vão ter que compreender eventuais fusões, eventuais reengenharias”, disse Ciro, após a primeira e única reunião realizada até o momento entre Taques e Mauro Mendes, na semana passada.

A reunião aconteceu no gabinete de Taques no Palácio Paiaguás. Ao sair do encontro, Mendes disse que houve uma discussão de eventuais ajustes que podem ser feitos na LOA. O democrata também informou que fez um pedido para que Taques mantenha o Fethab 2, alegando que o Estado terá consequências gravíssimas caso não tenha a ajuda desta receita. Segundo Mendes, o pedido será analisado.

Em entrevista exclusiva ao Olhar Direto, dias antes, Mendes havia reafirmado o compromisso de diminuir o tamanho da máquina pública. A promessa é de que em um mês já exista um levantamento preliminar do número de cargos e Secretarias a serem cortados em sua gestão.

“Eu desejo sorte ao futuro governador e aos estudiosos das contas públicas. Nós nos dedicamos nesses quatro anos, nos doamos ao máximo e não vamos deixar um pingo de energia para trás, vamos descarregar todas elas nessa missão”, pontuou Ciro Rodolpho.

6 comentários

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  • AVANÇA LOGO MT
    05 Nov 2018 às 11:59

    IGUAL A GRÉCIA E RIO DE JANEIRO SEM DINHEIRO NÃO HÁ COMO PAGAR É MUITO SIMPLES SÓ NÃO ENTENDER QUEM NÃO QUER !!!

  • jose alves silva
    05 Nov 2018 às 10:12

    o povo de mt vai ficar mais lascado com esse novo governador pode esperar só espero que não use o dinheiro do povo de mt para pagar suas contas não somos obrigados a isso.

  • Osvaldo
    05 Nov 2018 às 07:37

    Mais uma vez os políticos são acusados de corrupção e roubar patrimônios públicos e quem vai mais uma vez pagar a conta é o povo Matogrossense.

  • Eleitor
    04 Nov 2018 às 14:45

    Este rapaz calado é um poeta eu tenho certeza que senao fosse ele ser primo do Governador jamais ele seria secretário de casa Civil ou mesmo da CGE até porque tem pessoas com muito mais preparo e tempo de serviço prestado...O Pedro Taques quis agradar aos familiares deu no que deu derrota.....

  • Bira
    04 Nov 2018 às 13:51

    Profundo conhecedor do caixa kkkkkk Aí te pergunto : o que a cge fez??? Nadaaaa Diante dos roubos, desvios, nomeações e principalmente os aumentos salários de certas categorias, como de auditor que em 3 anos doba de salário por conta da lei de carreira deles, que permite a bombada. Haaa fora VI de mais de 5 mil reais. ...pra nada

  • MT mais
    04 Nov 2018 às 12:33

    Senhor secretário, Mato Grosso está na hora de fazer mudanças radicais em sua estrutura e política pois o estado e de todos e não de uma gestão. A primeira medida é rebocar todas cessões de servidor do estado. Não tem lógica sindicato reclamar de falta de efetivo se estado tem cedidos servidores pra outros órgãos e até mesmo hospital filantrópica, em especial professores e polícias porque são áreas finalista. Reduzir em 50% número de secretarias e cargos comissionados e de contratos de terceirizados. Reavaliar as empresas públicas ou economia mista pois se não dão lucro tem de encerrar as atividades. Incluindo o antigo Cepromat que é empresa de TI que tem alto custo de efetivação. O pior que eles mesmo contratar serviço terceirizado. Fim de motorista contratatdi no estado utilizem os que existem

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