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Domingo, 18 de novembro de 2018

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PF desarticula quadrilha que usava aviões para transporte de drogas e cumpre 18 prisões

Da Redação - Fabiana Mendes

06 Nov 2018 - 09:41

Foto: Divulgação

PF desarticula quadrilha que usava aviões para transporte de drogas e cumpre 18 prisões
A Polícia Federal em Mato Grosso deflagrou, no início da manhã desta terça-feira (06), a "Operação Escalada", com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que usava aviões e veículos em nome de pessoas que sequer existiam para a prática do tráfico internacional de cocaína. Na ação de hoje, serão cumpridos 42 mandados judiciais, sendo quatro de prisão preventiva, 14 de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão.
 
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Segundo informações da assessoria de imprensa, as investigações se iniciaram há aproximadamente dez meses e estavam baseadas em Cuiabá. A droga era obtida na Bolívia e trazida para o país, a partir da fronteira da Bolívia com o Estado de Mato Grosso, sobretudo por meio de aeronaves que pousavam em pistas clandestinas em variados pontos do Estado. Posteriormente a droga era ocultada e embarcada em caminhões em fundos falsos a fim de ser transportadas tendo como principal destino o Estado de São Paulo.
 
A PF também observou que  organização criminosa movimentava grande parte de recursos financeiros e da parte de logística para o transporte da droga com a aquisição de veículos e aeronaves em nome de pessoas que sequer existem.
 
Durante a fase de investigações, foram lavrados oito autos de prisão em flagrante que resultaram na prisão de nove pessoas.

As ações, ainda em andamento, ocorrem em Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antonio de Leverger, Poconé, Cáceres, Rondonópolis, Alto Araguaia, Corumbá/MS, Manaus/AM, Paulinia/SP, Bauru/SP, Uberlândia/MG, Vilhena/RO.
 
Até o momento foram realizados dois autos de prisão em flagrante em razão da apreensão de armas de fogo não registrada e munições, inclusive de uso restrito, dinheiro, jóias e dezenas de veículos.
 
A 7º Vara Federal Criminal em Cuiabá/MT determinou ainda o bloqueio de contas bancárias utilizadas pelos investigados, além do sequestro de bens.
 
O nome da operação é em razão de alguns dos principais investigados terem experimentado um grande aumento patrimonial em tempo reduzido sem qualquer ocupação lícita que as justifique, tais como uma cobertura em apartamento de luxo e imóvel e apartamento de luxo em Cuiabá.

1 comentário

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  • Carlos
    06 Nov 2018 às 12:15

    Segundo a Globo, era apenas Bruxas voando.

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