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Terça-feira, 20 de novembro de 2018

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Taques, Mauro e Fagundes encerram campanha com dívida de R$ 4,5 mi; para nanicos sobrou dinheiro

Da Redação - Érika Oliveira

08 Nov 2018 - 11:12

Foto: Montagem/Olhar Direto

Taques, Mauro e Fagundes encerram campanha com dívida de R$ 4,5 mi; para nanicos sobrou dinheiro
Terminou na última terça-feira (06) o prazo para que os candidatos, eleitos ou não, das eleições deste ano prestassem contas da campanha à Justiça Eleitoral. Conforme dados fornecidos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), Pedro Taques (PSDB), Mauro Mendes (DEM) e Wellington Fagundes (PR) acumulam R$ 4,5 milhões em dívidas. Em contrapartida, para os nanicos Arthur Nogueira (Rede) e Moisés Franz (PSol) sobrou dinheiro. Confira abaixo quanto cada um tem de restos a pagar.

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O atual governador Pedro Taques contratou despesas que totalizaram R$ 4.750.938,66, no entanto, quitou apenas R$ 2.404.475,05 de suas dívidas. O valor pago é similar ao recebido em doações pelo tucano: R$ 2.548.075,00.

O governador eleito Mauro Mendes, que recebeu R$ 4.137.621,06 em doações, gastou R$ 5.404.622,17 durante a campanha, no entanto, pagou somente R$ 4.036.636,67 dos serviços que contratou.

Já Wellington Fagundes, o candidato que mais se aproximou do limite de gastos estipulado pela Justiça Eleitoral, contratando despesas na ordem de R$ 5.245.229,01, pagou R$ 4.430.375,51. O republicano recebeu R$ 4.764.765,50 em doações.

Os candidatos Arthur Nogueira e Moisés Franz receberam, ambos, pouco mais de R$ 14 mil em doações, cada um. Nogueira contratou R$ 13.319,16 em serviços e quitou toda a sua dívida, tendo, portanto, R$ 1.653 de sobra em caixa. Já Moisés Franz, que acumulou despesas de R$ 11 mil, também pagou todos os seus débitos e ficou, ao fim do sufrágio, com R$ 3.610 em caixa. Franz, no entanto, não finalizou seu relatório de entregas à Justiça Eleitoral.

A prestação de contas é obrigatória para candidatos eleitos ou não, assim como para os partidos políticos. No caso de a documentação não ser entregue, os candidatos ficam impedidos de serem diplomados.

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