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Quinta-feira, 21 de março de 2019

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Servidores do Executivo buscam apoio de seis deputados e pressionam governo

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

07 Jan 2019 - 17:26

Foto: Reprodução

Servidores do Executivo buscam apoio de seis deputados e pressionam governo
Seis deputados estaduais eleitos se reuniram com representantes do Fórum Sindical na tarde desta segunda-feira (7) para discutir sobre a decisão do Governo do Estado, de escalonar o salário dos funcionários públicos referente ao mês de dezembro, além de parcelar o 13° de parte dos funcionários que está em atraso.

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Participaram da reunião os deputados Max Russi (PSB), Valdir Barranco (PT), Janaína Riva (MDB), além dos novatos João Batista (Pros), Elizeu Nascimento (DC), Ulysses Moraes (DC), Dr. João (MDB) e Lúdio Cabral (PT), que vão iniciar seus mandatos no mês de fevereiro.

Os parlamentares se comprometeram a intermediar uma reunião com o governador Mauro Mendes (DEM), que irá acontecer ainda nesta tarde.

Na semana passada, Mendes anunciou que a folha salarial do mês de dezembro só será 100% paga no dia 30 de janeiro, por conta da falta de recurso no caixa do Estado, motivo também para o parcelamento em quatro vezes do 13° ainda não pago a servidores que fazem aniversário nos meses de novembro e dezembro.

Em nota divulgada a imprensa, o Fórum Sindical disse que Mendes está cometendo os mesmos erros do ex-governador Pedro Taques (PSDB) por não ser transparente com a classe e de dialogar somente pela imprensa.  

23 comentários

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  • José
    08 Jan 2019 às 07:01

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  • Tekomo Jah
    08 Jan 2019 às 06:14

    Juracy Ady tá num recalque. Vai trabalhar

  • Moacir
    07 Jan 2019 às 22:50

    É o TCE aprovou as contas do governo. Estranho em..

  • Observadora
    07 Jan 2019 às 22:05

    A saúde não teve deputado eleito Paulo Araujo e tampouco a polícia civil. Será que vão votar contra a propriaclase se sim Tamos lascados

  • Janakatirana
    07 Jan 2019 às 21:47

    Ou é omissão ou incompetência a ALMT estender VI do exercício da atividade parlamentar a cargos comissionados na mesma lei 10.296/15 e ninguém vê isso.

  • Tekomo Jah
    07 Jan 2019 às 21:22

    Olha o recalque Juracy Ady. Vamos estudar meninx e passar em um concurso.

  • Lúcio
    07 Jan 2019 às 21:18

    Mais quatro anos de uso dos meios de comunicação do estado para atacar os servidores, os secretários do MM são os mesmos do Taques. Enquanto isso espero que a sangria da corrupção seja atada porque esse sim é o grande problema de Mato Grosso.

  • Wesley
    07 Jan 2019 às 21:17

    Renúncias fiscais: 415 empresas beneficiadas (ou seja, todas as grandes empresas) e o grandes produtores rurais. A conta nunca vai fechar. Financiam toda as campanhas. Até servidores públicos eleitos, como a Dra Selma Arruda se curvam a seus interesses. Fecha logo os hospitais públicos, fecha logo os batalhões da PM (No governo Taques não tinha sequer combustível para as viaturas), fecha os corpos de bombeiros militar, fecha as escolas, ao invés de rotularem os servidores como se fossem eles os culpados pela corrupção e aparelhamento do estado.

  • Patrícia
    07 Jan 2019 às 21:17

    O Ministério Público Federal e Estadual tem que exigir a devolução dos 56 milhões desviados em licitações da Seduc de Mato Grosso, 40 milhões do superfaturamento da licitação de pontes, 30 milhões desviados em esquemas do DETRAN, os milhões desviados da FAESPE, etc. É tanta ajudinha para amigos poderosos livres de impostos e corrupção que não tem estado que dê conta. Quem pensa diferente é alienado, não acompanha as notícias.

  • Júlio
    07 Jan 2019 às 21:16

    Há aqueles que contribuem: servidores 27,5% de imposto de renda descontado em folha pequenos comerciantes, pequenos empresários, pequenos e médios produtores rurais e há UMA CASTA PRIVILEGIADA que não contribue: 415 GRANDES EMPRESAS de Mato Grosso são isentas e ainda a exportação de commodities agrícolas, ou seja, os barões do agronegócio. Os menos afortunados tem sustentado esse estado, mas isso é ultrajante e insustentável.

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