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Novo comandante da PM quer combater crime organizado e valorizar policiais

Da Redação - Fabiana Mendes

11 Jan 2019 - 14:17

Foto: Christiano Antonucci/Gcom-MT

Novo comandante da PM quer combater crime organizado e valorizar policiais
O coronel Jonildo José de Assis assumiu o Comando Geral da Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (10), e anunciou que quer combater o crime organizado no Estado. Em cerimônia presidida pelo governador, Mauro Mendes, ele citou também outros dois eixos de atuação: a integração com outras forças e a comunidade; e a valorização dos bons policiais. Ele substituiu o coronel Marcos Vieira da Cunha, que comandou a corporação por um ano e meio.
 
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Durante a cerimônia, coronel Assis destacou a importância da presença da polícia nas ruas, fazendo o trabalho de prevenção e repressão à criminalidade. Ponderou também que o objetivo é reforçar a integração operacional e de inteligência com outras forças da Segurança Pública. Ele entende que além de fazer segurança com mais qualidade, essa integração permite o combate efetivo do crime organizado.
 
O governador Mauro Mendes agradeceu ao novo comandante por aceitar o desafio de comandar a PMMT. “Não será uma tarefa fácil, mas é a nossa oportunidade, de cada um da atual gestão, mostrar capacidade e lealdade ao povo mato-grossense”, declarou.
 
Cunha, por sua vez, disse que está levando consigo o orgulho de ter comandado a Polícia Militar por um ano e meio. “A PM é uma instituição nobre, formada por valorosos policiais, homens e mulheres engajados na causa da segurança pública”, completou.
 
Segundo informações da assessoria de imprensa, o novo comandante-geral da PM tem 42 anos e ingressou na carreira militar em 1995. A primeira função desempenhada foi a de comandante do Pelotão do Corpo de Alunos de Formação de Soldados do 6º BPM, em Cáceres.


 
Assis ocupou outras posições de destaque, entre elas, comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) e, por último, secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp entre setembro de 2017 e sua posse como comandante-geral. 

 

4 comentários

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  • RUBENS TADEU REYNAUD
    12 Jan 2019 às 09:03

    Este comandante acaba de descobrir a America. So faltava nao querer combater o crime organizado.

  • Rocha
    11 Jan 2019 às 20:16

    Foi uns PM preso lá em Sinop por invasão de terras se o MST não pode porque os pulicia pode...

  • Benedita
    11 Jan 2019 às 15:28

    Então comandante começa pelo fardamento, que sua tropa sò estão trabalhando fardados porque compraram com recursos próprios, pois se não tivessem comprado o próprio fardamento, não teríamos policiais trabalhando fardados, pois o governo anterior rasgou o estatuto, haja vista que durante os quatro anos de governo não pagou fardamento! Outro ponto de valorização é na questão da alimentação que seja implantado o cartão alimentação para o policial ou que seja pago um valor direto na conta do policial. Pois no sistema atual abre uma margem muito grande para corrupção, com desculpas que o que sobra é feito manutenções em batalhões tal desculpa deveria ser proibida, haja vista que se a verba é destinada a alimentação não pode ser desviada para outra finalidade que na verdade é sò um pano de fundo, desculpa esfarrapada para não dizer qual a finalidade mesmo. Pois depois que os comandantes pagam o local que fornece a alimentação o restante da verba eles não tem obrigação nenhuma de prestar conta!!!

  • José
    11 Jan 2019 às 15:09

    Governador Mauro Mendes, é imperioso EXPULSAR da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros os denunciados pelas mortes do Soldado Abinoão Oliveira, que ocorreu em 2010, e do Jovem Rodrigo Claro, que ocorreu em 2016 após participar de aula prática do Curso de Formação de Bombeiro Militar. Espero, ainda, que a Justiça Militar condene os denunciados pelas referidas mortes. Chega de impunidade neste Estado!

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