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Notícias / Picante

Caso Leopoldino

Da Redação

Clóves Guimarães, condenado por fraude que visava tumultuar o júri popular dos acusados de assassinar o juiz de direito Leopoldino Marques do Amaral, no ano de 1999, deixou prisão nesta terça-feira (20). Ele foi detido junto com empresário Josino Pereira Guimarães, além do delegado Márcio Pieroni, no dia 13 de junho. Os três teriam instaurado uma investigação fraudulenta, visando levantar a suspeita de que Leopoldino ainda estaria vivo e morando na Bolívia. A intenção seria evitar o julgamento Josino Guimarães, denunciado como mandante do crime. A informação da soltura foi confirmada pelo advogado João Cunha, atuante no caso. Clóves usará tornozeleira eletrônica.
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