Olhar Direto

Sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Opinião

Entreguismo jamais!

Autor: Licio Antonio Malheiros

03 Set 2019 - 08:00

"Ouviram do Ipiranga as margens plácida De um povo heroico o brado retumbante
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos Brilhou no céu da pátria nesse instante

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte
Em teu seio, ó liberdade
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança a terra desce
Se em teu formoso céu, risonho e límpido A imagem do cruzeiro resplandece

Gigante pela própria natureza
És belo, és forte, impávido colosso E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil
Ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada
Brasil!"

Esta é apenas a primeira parte, de um dos hinos mais bonitos do mundo, quem ouvi-lo, e não  arrepiar e emocionar, por certo não é  brasileiro.

O hino nacional brasileiro é um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil, conforme estabelece o art. 13, § 1° da Constituição Federal do Brasil, letra, Joaquim Osório Duque Estrada, Composição, Francisco Manuel da Silva.

Nosso país vive hoje, momento de transição, com mudança de governo; votado por 57 milhões de brasileiros, correspondendo a (55,13) dos votos válidos.

Eleito, 38° presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro (PSL), se elegeu com promessa de reformas liberais na economia e um discurso conservador e veementemente contrário à corrupção.

Bastou o mesmo, promover mudanças drásticas em questões pontuais, com cortes de verbas para ONGs, além da redução de 60% do valor referente às veiculações de mídia no primeiro trimestre deste ano, em relação aos três primeiros meses do ano passado.

O governo Jair Bolsonaro (PSL) autorizou a veiculação de R$13, 3 milhões, enquanto o governo do ex-presidente Michel Temer (PMDB) autorizou o pagamento de R$ 33 milhões no mesmo período.

Esses são os principais motivos de cizânia entre emissoras televisivas, e o governo Jair Bolsonaro (PSL), em especial, a "toda poderosa", sentindo essa redução, pegou o gancho das queimadas na Amazônia, e passou a atacar sistematicamente o governo Bolsonaro, criando o "Jornal Nacional das queimadas", como se este fenômeno não fosse sazonal.

Essas inserções maldosas e dirigidas, a partir da referida emissora televisiva, deu brecha, para que países oportunistas e mal-intencionados se sentissem a vontade, para interferir de forma direta e indireta, com relação à Amazônia.

A cúpula do G7 reuniu-se no sudoeste da França recentemente, os países concordaram em ajudar os países atingidos pelas queimadas na Amazônia, palavras do presidente francês, Emmanuel Macron, no dia 25 de agosto, porém o mesmo não disse qual seria a forma desse auxílio.          

 Macron é o anfitrião da cúpula das sete grandes economias mundiais, esse senhor é um brincalhão, ao questionar nossa soberania nacional, além de chamar o presidente Jair Bolsonaro (PSL) de mentiroso.

Esse senhor tem um senso de humor exacerbado, quando publica em seu Twitter que "a nossa casa" estava "queimando", em referência à floresta amazônica e isso gera uma "crise institucional"

O senhor Macron, está se referindo ao país França, ou mais precisamente ao estado unitário localizado na Europa Ocidental, distando 7 mil quilômetros,  com uma área de 551.500 Km², tendo como Capital Paris.

Ou esta se referindo a Guiana Francesa, área a nordeste do nosso continente oficializada como uma colônia francesa e escravista no século 17 e hoje considerado um departamento ultramarino da França, ou seja, como uma província do país europeu.

As coincidências com relação às queimadas na Amazônia nos remetem, a um único pensamento, o de ocupação e apropriação de um território rico em recursos minerais, enfim, às queimadas para alguns países europeus, serve de cortina de fumaça, para esconder um golpe de estado, ou Coup d'État em Frances.

Felizmente, temos hoje um presidente da república nacionalista, vou usar um termo chulo (saco roxo), não tem medo de cortar o mal pela raiz, num primeiro momento, o mesmo irá perder popularidade, por cortar privilégios e benesses, principalmente com relação às ONGs, sabemos que o remédio é amargo, porém necessário.

Existem ONGs serias, porém algumas deixam a deseja, estão a serviço de grupos poderosos, que estão mapeando pari passu, nosso subsolo, por certo, já conhecem a nossa riqueza inconteste, e vem se tornando a menina-dos-olhos dos mesmos, principalmente dos países europeus.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo  
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