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Quinta-feira, 16 de julho de 2020

Opinião

Relações apaixonadas! Cinco dicas para conquistar a sua...

Autor: Dárcio Borges

21 Jun 2020 - 08:00

Olá! Tudo bem com você?


Quem nunca passou por problemas no relacionamento ou que está passando que ”atire a primeira pedra”... Casamento é um dos nossos papeis sociais mais difíceis de serem administrados, assim, acaba sendo o mais problemático de todos. Mas será que existe uma luz no final do túnel? Sim, vemos exemplos reais no nosso dia a dia, de casais que deram certo e que podem nos inspirar a chagar lá.

Mas, por que os relacionamentos conjugais acabam se tornando uma relação de brigas, atritos e discussões se, o casal, resolver se unir e viver uma vida a dois? Temos variadas explicações para isso. Veja se você se identifica com alguns(s) desses comportamentos, 1) Idealizar e criar uma expectativa de uma pessoa que não existe (o famoso “príncipe encantado” ou a “princesa encantada”); 2) Acreditar que você tem o direito de mandar na vida do parceiro, de delegar as suas escolhas e decisões como se fosse um bem material que você tivesse; 3) Acreditar que você tem a capacidade ilimitada de mudar e transformar o cônjuge. E por aí existem outras varias explicações que respondem isso.

Devemos ter consciência que, viemos de famílias, pais e crenças sociais-religiosas-cultuirais e financeiras diferentes. Por isso temos visões, percepções e bagagem de mundo diferentes. A primeira estratégia inicia por esse entendimento do seu parceiro! Ele tem o direito de pensar, agir e se comportar diferente de você.... É normal!

Outro ponto importante que, pode ser que você não saiba disso, por exemplo, o padrão de relacionamento entre um homem e sua mãe, e entre uma mulher e seu pai, pode determinar, positiva ou negativamente, a necessidade afetiva a ser atendida. Assim, no caso das mulheres, a forma da relação com o seu pai/filha, influencia a forma com você agirá com o seu marido. Desta forma te pergunto? Como foi a sua relação com o seu pai? O seu pai te amava de verdade? Te dava carinho amor, afeto, atenção e te orientou para a vida? Ou te humilhou, te bateu, te xingou e foi muito bravo com você? Pense nisso.... De acordo com a “síndrome do amor negativo”, temos dois caminhos a seguir ou nos rebelamos com os comportamentos dos nossos pais ou queremos ser igualzinho a eles, por honra, amor e respeito. E nos relacionamentos, repetimos padrões de comportamentos semelhantes aos nossos pais, assim, ao invés da mulher procurar um parceiro para seu relacionamento conjugal, acaba procurando-se por um “pai” para preencher a sua necessidade afetiva.

Acredito que você deve estar louco de curiosidade para saber as cinco estratégias que podemos adotar para ter uma relação apaixonada, não é mesmo?

Então vamos lá...

A primeira estratégia diz sobre você mesma! Não tente controlar aquilo que está fora da sua zona de ação. Tenha pleno controle sobre aquilo que você tem poder, aquilo que você pensa e sente, seus comportamentos, suas ações. Isso envolve também a sua mudança e transformação de vida. Sobre o seu relacionamento, quais os comportamentos e atitudes na esfera do amor (contato físico, palavras de afirmação, melhoria da comunicação para com o seu parceiro e a sua capacidade de expressar o seu amor, falar dos seus sentimentos com ele) você pode adquirir daqui em diante?

A segunda chave dos relacionamentos afetivos e das relações apaixonadas é a reciprocidade. A nossa capacidade de dar e receber. Deve haver um equilíbrio nessa troca, para que ambos ganhe no relacionamento. Quem dá demais, se esvazia e cansa uma hora. Gera um desequilíbrio sistêmico na relação.

A terceira dica é sobre a linguagem e comunicação amorosa. Como anda a sua comunicação afetiva? Existem diferentes linguagens do amor, assim, é fundamental saber a sua e a do seu parceiro, para que melhore o processo de comunicação verbal e não verbal. Existem pessoas que expressam seu amor e que gostam de receberem amor pela presença e/ou estimulação do contato físico. Outras já gostam de receber elogios e palavras de afirmação, outras gostam de receber amor quando recebem presentes, outras acreditam que o amor está relacionado quando o casal tem qualidade de tempo juntos. Qual é a sua forma de receber amor que mais gosta? E do se parceiro(a). Já parou para pensar nisso?

Continuando com essas super dicas que separei para você, outra questão importante é sobre os valores. Cada um de nós temos uma hierarquia de valores, entenda que, nem sempre a sua hierarquia, assim, as suas prioridades serão iguais as do seu parceiro(a). Quando você entender isso, ficará mais fácil lidar com o seu relacionamento.

Chegamos na última dica como prometido! Finalizo dizendo que, se relacionamento fosse fácil, os índices de divórcio e separação não estariam tão altos. Mas quando você acredita que relacionamento vale à pena, desperte as suas qualidades internas como respeito e paciência para que você possa se administrar melhor suas emoções (autoconhecimento). Dessa forma, se conheça melhor, faça terapia, se empodere e viva a melhor versão de si mesma.





Dárcio Borges é Psicoterapeuta

“Minha missão é ajudar mulheres a resolverem seus desafios emocionais com uma hora de Terapia por semana”

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