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Domingo, 23 de fevereiro de 2020

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Indicações de Claudia Aquino esbarram em acordo contra boca de urna; candidata não vê irregularidade

Da Redação - Paulo Victor Fanaia e Lucas Bólico

26 Nov 2015 - 11:18

Foto: Reprodução

Indicações de Claudia Aquino esbarram em acordo contra boca de urna; candidata não vê irregularidade
A indicação dos fiscais eleitorais da candidata à Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) Claudia Aquino esbarra no acordo firmado pelas chapas contra a prática de boca de urna no pleito deste ano. Isso porque Claudia escolheu membros do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP) para acompanhar a votação de sexta-feira (27), o que contraria a ata da reunião que determinou as regras do pleito.

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“Os membros da atual diretoria e de todos os órgãos OAB-MT, sejam ou não candidatos, não devem permanecer no recinto de votação, inclusive na condição de fiscal”, diz trecho da ata. Os nomes indicados por Claudia são dos advogados Maurício Magalhães Farias Neto e Rodrigo Ciryneu, que, de acordo com o próprio site da OAB, figuram entre os 22 membros da diretoria do TDP.

Em entrevista ao Olhar Jurídico, Claudia Aquino afirmou que a assessoria jurídica da sua candidatura entende que não há violação do acordo. Isso porque Maurício Magalhães Farias Neto, João Vitor Braga, Rodrigo Ciryneu, Jomas Fulgêncio de Lima Junior e Darlã Herbert Vargas são advogados há menos de cinco anos e por tanto, não ocupariam cargos na OAB atualmente.



Suspeita sobre membro do Conselho Federal

De acordo com o advogado José do Patrocínio, membro da Comissão Eleitoral de Leonardo Campos (“Advogar por Todos. Liderar pela Ordem”), responsável pela assinatura do acordo registrado em ata, a indicação do Conselheiro Federal Claudio Stábile feita por Aquino também descumpre a regra da eleição.



“A presença de um membro do conselho federal, exercendo influência sobre a votação, quebra o pacto que foi realizado”, denuncia. Ele analisa que, se um membro da Seccional de MT não pode ocupar um cargo nas eleições, um membro do Conselho Federal também não poderia. ”Se na norma não pode o mais, não pode o menos”, alega.

A candidata Claudia Aquino também não enxerga nenhuma irregularidade na indicação de Stábile. No entendimento dela, por ser Federal, o advogado indicado não ocupa cargo na Seccional do Estado. “Nossa chapa preza pela regularidade, por isso mesmo fomos a primeira chapa a ser homologada nessas eleições”, sustenta.

5 comentários

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  • Dr Marcelo
    27 Nov 2015 às 10:09

    Infelizmente, estamos vendo uma eleição como as que estamos acostumados a ver para prefeito, governador, vereador, deputados...etc... Infelizmente hoje deveríamos ter uma eleição de CLASSE e com CLASSE, mas me sinto envergonhado por tudo que vi e estou vendo, porque única coisa que não consigo ver é a CLASSE dos que deveriam dar e agir com exemplo. Seria essa uma disputa para "administrar" um caixa de mais de 6 milhões anuais? seria uma disputa para ser fazer "aparecer" e com isso colher frutos lá na frente, com uma possível notoriedade e candidatura a cargos políticos ou mesmo nos tribunais? Infelizmente, a ganância reina, e fica registrada minha indignação com a CLASSE, que um dia senti orgulho de fazer parte e hoje me sinto ENVERGONHADO. Nessa, tivemos guerra de acusações, liminares....será que nas próximas teremos prisões? mortes? Pagarei multa por não votar, por não querer participar dessa farra em busca do poder $$. Ah, como eram boas as eleições para líder de classe e para presidência de grêmio estudantil. E viva o Brasil!

  • Luiz
    26 Nov 2015 às 18:22

    O candidato leonardo capataz tem faiad, silval e outros políticos nas costas, porque o site não vincula isso? Estranho não?

  • liliana maria de almeida
    26 Nov 2015 às 16:26

    AOB não deveria envolver com POLITICA... TEM QUE SER SÉRIA...

  • Luis de Moura
    26 Nov 2015 às 15:05

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  • Joao do Caminhão
    26 Nov 2015 às 14:17

    Se já ta dificil dela ganhar jogando limpo. Imagino que fazendo isso não facilitará a vitória.... Só acho

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