Olhar Jurídico

Quarta-feira, 08 de abril de 2020

Notícias / Geral

Leilão de bem avaliado em R$ 3 milhões para pagar dívida da família Malouf com Piran não recebe lances

Da Redação - Arthur Santos da Silva

05 Set 2019 - 11:37

Foto: Reprodução

José Charbel Malouf e José Mikael Maluf Neto

José Charbel Malouf e José Mikael Maluf Neto

A primeira parte de leilão marcado para ocorrer na quarta-feira (4) visando saldar dívida de José Charbel Malouf e José Mikael Maluf Neto junto ao empresário Valdir Piran, dono da Piran Sociedade de Fomento Mercantil Ltda, não obteve lances.

Leia também 
MPE denuncia oficiais da PM alvos da Operação Coverage e solicita perdas dos cargos

 
O imóvel posto em leilão é o apartamento nº 11 do Edifício Sthefany, localizado em frente ao hospital Santa Rosa, somando área privativa de 463,6504 m². O valor do bem é de R$ 3 milhões.
 
Segundo edital, além de José Charbel Malouf e José Mikael Maluf Neto, constam como parte devedora Ana Vitória Pinho Maluf e Verônica Fátima Olavarria de Pinho Maluf.
 
Conforme informações do site da empresa leiloeira, o bem recebeu 698 visitas online, porém, não contou com participantes ou lances. O segundo leilão será no dia 10, no mesmo horário, com o valor mínimo da dívida atualizada (quantia não divulgada).
 
Em 2018, o Ministério Público do Estado denunciou Charbel Malouf e José Mikael Maluf pelos crimes de estelionato e falsificação ideológica. Pai e filho teriam supostamente tentado vender um apartamento já comercializado pelo valor de R$ 1 milhão para Valdir Agostinho Piran Júnior, filho do empresário Valdir Piran.
 
Em outra confusão, Charbel Malouf teve punibilidade extinta após cumprir uma transação penal em ação que tramitava no Juizado Especial Criminal (Jecrim). Ele era acusado de ameaças e agressão a Aline Camila Piran, dentro do elevador de um shopping na Capital, em setembro de 2017.
 
Na transação penal ficou estabelecido o pagamento de dez salários mínimos. Com a efetivação dos pagamentos, o procedimento foi arquivado. A briga ocorre, segundo boletim de ocorrência, em conseqüência de desavenças comerciais.

7 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Olhar Jurídico. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Olhar Jurídico poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

  • Paulo Freitas Souza
    08 Set 2019 às 12:39

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Paula Fernandes de Souza
    08 Set 2019 às 12:32

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Poliana Mikejevs Calça Lorga
    06 Set 2019 às 17:17

    Em primeiro leilão em regra não há lances por ser ofertado com "valor de avaliação". Todavia, já está disponível o 2º leilão, desta vez com valor atualizado da dívida em R$ 1.753.217,44 com encerramento previsto para o próximo dia 10 de setembro de 2019. Qualquer informação adicional, estou à disposição.

  • MARCUS VINICIO ARRUDA E SILVA
    05 Set 2019 às 14:35

    Valores irreais. Quem participa de leilões quer investir e não adquirir imoveis a preço de mercado

  • JORGE
    05 Set 2019 às 13:45

    E a fama continua... pensa numa turma que nao gosta de pagar conta ... e ainda fica ostentando com festas e viagens...

  • cidão
    05 Set 2019 às 13:45

    Quem compra imóveis de leilão tem que saber a hora ceta de dar lance. Nunca na primeira data. Uma vez que na segunda o valor despenca sozinho.

  • Noemi
    05 Set 2019 às 12:59

    Não vale tudo isso.

Sitevip Internet