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Segunda-feira, 03 de agosto de 2020

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TJ julga pedido de liberdade de suposto estelionatário que vendeu R$ 4 milhões em respiradores falsos

Da Redação - Arthur Santos da Silva

07 Jul 2020 - 15:16

Foto: Kleber Araújo/TV Cidade Record

TJ julga pedido de liberdade de suposto estelionatário que vendeu R$ 4 milhões em respiradores falsos
A segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) julga na quarta-feira (8) pedido de liberdade do empresário Ramos de Faria e Silva Filho, acusado de cometer fraude de R$ 4 milhões na venda de respiradores pulmonares para a Prefeitura de Rondonópolis (212 km de Cuiabá).

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Habeas corpus é relatado pelo desembargador Pedro Sakamoto e está sob sigilo. A suposta fraude foi registrada pela Secretaria de Saúde do município que, diante da situação da pandemia do coronavírus (Covid-19), adquiriu por R$ 4 milhões o total de 22 aparelhos respiradores pulmonares, em processo de dispensa de licitação, sagrando-se como vencedora a empresa Life Med Comércio de Produtos Hospitalares e Medicamentos, com sede em Palmas.

Na celebração do contrato ficou estabelecido que o pagamento ocorreria após a entrega dos aparelhos, ato que ficou marcado para as datas de 16 e 17 de abril, na cidade de Goiânia (GO). Diante do combinado, uma equipe da Prefeitura de Rondonópolis foi até a cidade para buscar os aparelhos. Antes de fazer o carregamento, foram feitas fotos dos equipamentos e encaminhadas para a Secretaria de Saúde, sendo demonstrados pelos adesivos que se tratavam dos ventiladores pulmonares.

Após o envio das fotos, o pagamento foi efetuado pela Prefeitura de Rondonópolis. Porém, quando os equipamentos chegaram na Unidade de Pronta Atendimento (UPA), constatou-se a falsificação. Foram enviados monitores com aparência de respiradores.
 
Segundo informações apuradas pela reportagem, já houve denuncia por estelionato e por crime contra a ordem pública. Além de Ramos de Faria e Silva Filho, preso preventivamente, também é alvo da ação pessoa identificada como jesus de Oliveira Vieira de Sousa, que está foragido.

4 comentários

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  • Júnior Gomes
    08 Jul 2020 às 07:00

    tadinho do Zé e de seus secretrarios né? Eles não sabiam de nada, afinal uma empresa tão conceituada desta lá de Tocantins de longos anos de funcionamento né menos de 1( ano) . E seus funcionários não trabalham na saúde né não saberia identificar um aparelho . E Brasil veio de guerra terra da pizza

  • Ggm
    07 Jul 2020 às 20:38

    E o dinheiro foi recuperado?

  • rato
    07 Jul 2020 às 19:11

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  • Alexandre Magno Simões de arruda
    07 Jul 2020 às 18:55

    Tem que pagar,prisão nesse estelionatário ainda é pouco.

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