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Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

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Nilson Santos diz que não estava empolgado ao assumir mandato

Após 10 meses no cargo de deputado estadual, Nilson Santos (PMDB) conta que até outubro do ano passado ainda não se sentia a vontade no cargo por ter assumido a vaga no lugar de Walter Rabello (PP), cassado por infidelidade partidária em maio do ano passado.

Da Redação/Alline Marques

02 Abr 2009 - 08:54

Foto: Alline Marques/OD

Nilson Santos

Nilson Santos

Após 10 meses no cargo de deputado estadual, Nilson Santos (PMDB) conta que até outubro do ano passado ainda não se sentia a vontade no cargo por ter assumido a vaga no lugar de Walter Rabello (PP), cassado por infidelidade partidária em maio do ano passado.

O peemedebista precisou enfrentar até mesmo os demais deputados para poder assumir o cargo, já que houve uma certa proteção ao progressista, que ainda tenta reverter a decisão junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

“Quando assumi não estava tão empolgado, porque não gostaria de ter vindo da forma que foi, no lugar de um companheiro que foi cassado, principalmente, com a votação expressiva que ele teve, ultrapassando os 70 mil votos”, declarou em entrevista ao Olhar Direto.

Nilson Santos admitiu também que estava inseguro até o ano passado, porém com a vitória de Zé Carlos do Pátio (PMDB), em Rondonópolis, e Juarez Costa (PMDB), em Sinop, o parlamentar se efetivou no cargo, e quem passou a depender da decisão do TSE com relação à cassação de Rabello é o companheiro de partido, pastor Brito.

Não é só na Assembléia Legislativa que Nilson Santos passou a ter mais autonomia, no PMDB, o deputado agora tem voz ativa e pertence à Executiva Estadual. Ele explicou que com a eleição de Silval Barbosa (PMDB) para vice-governador, passou a coordenar o partido na região Norte do Estado.

Nilson Santos sempre foi ligado ao grupo do vice-governador e defende a candidatura de Silval Barbosa, sob a alegação de que seria a primeira vez que o Nortão teria um representante no governo do Estado. “Ele (Silval) tem facilidade para se eleger”, declarou.

O parlamentar já chegou a defender a divisão do Estado durante o governo Dante Martins de Oliveira (já falecido), mas atualmente ele acredita que não é mais necessário, pois a população está sendo atendida pela atual gestão. “Antes o Norte do Estado era abandonado, agora houve uma melhor aplicação do recurso e não vejo mais necessidade. A população não tem mais essa expectativa”, informou.

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