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Domingo, 23 de fevereiro de 2020

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Sargento é preso em flagrante pela PM por homicídio no trânsito

Policiais Militares do 4º Batalhão, em Cuiabá, prenderam por volta das 19h, desta quinta-feira (02), o sargento Ozéias Batista Rocha, 38 anos. O policial - fora de suas atividades operacionais - atropelou e matou Carlos Alberto Barros, 38 anos. O filho dele, Iago Carvalho Batista, 10, ficou gravemente ferido e teve de ser atendido no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.

Da Redação/ C Assessoria

02 Abr 2009 - 22:16

Policiais Militares do 4º Batalhão, em Cuiabá, prenderam por volta das 19h, desta quinta-feira (02), o sargento Ozéias Batista Rocha, 38 anos. O policial - fora de suas atividades operacionais - atropelou e matou Carlos Alberto Barros, 38 anos. O filho dele, Iago Carvalho Batista, 10, ficou gravemente ferido e teve de ser atendido no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.

O acidente foi registrado no bairro Jardim Primavera, na rua Eduardo Gomes. Alberto estava embriagado no momento do acidente. O sargento, lotado no 10º Batalhão da PM, dirigia um veículo Gol (placas JUS-7515). A vítima estava em uma motocicleta preta (placas KAO -6839).

De acordo com declarações do sargento, ele saiu de um estabelecimento comercial e bateu frontalmente contra a moto. Carlos morreu na hora. Após o acidente, Ozéias saiu do local. Ele foi detido cerca de 400 metros após o acidente. Imediatamente as suspeitas de embriaguês, ele foi submetido ao teste do bafômetro e foi constatado que ele estava com 0,75 miligramas de álcool por litro de sangue, valor muito além do permitido pela legislação em vigência.

Ozéias foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania do Parque do Lago e autuado em flagrante por homicídio pelo delegado Ivar Polessa. Ozéias atuava no 10º BPM, subordinado ao Comando Regional I, em Cuiabá.

O comandante do CRI, coronel Joelson Sampaio, informou que a PM agiu de maneira legítima o prendendo em flagrante delito. Após o depoimento ele será levado para cadeia pública de Santo Antônio do Leverger. Paralelamente ao procedimento criminal da Polícia Judiciária Civil ele responderá perante a Corregedoria pelo ato, que poderá levá-lo a exclusão.