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Pedro Taques busca apoio do Governo Federal para finalizar obras do VLT

Da Redação - Wesley Santiago

07 Mai 2015 - 16:48

Foto: Wesley Santiago - Olhar Direto

Pedro Taques busca apoio do Governo Federal para finalizar obras do VLT
O governador Pedro Taques (PDT) firmou na última quarta-feira (06), em Brasília (DF), um acordo de cooperação entre os governos do Estado e Federal para finalizar as obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Com isto, a Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana, vinculada ao Ministério das Cidades estudará modos para solucionar os problemas do novo modal (orçado em R$ 1,4 bilhão), que está com os serviços paralisados por entraves que vão desde a falta de cronograma de execução até a ausência de estudo tarifário.

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O acordo foi firmado entre Taques e o ministro Gilberto Kassab. Porém, o secretário nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana, Dario Lopes, já adiantou que o Ministério das Cidades precisará de tempo para avaliar todos os pontos relativos ao novo modal. Entre os problemas identificados está o alto montante já destinado para a execução da obra (cerca de R$ 1 bilhão) e o atraso nas frentes de trabalho, além da inexistência de recursos para que ela seja concluída.
 
De acordo com Taques, o Ministério das Cidades deu parecer favorável à implantação do VLT na capital mato-grossense: “Entre os problemas identificados está o alto montante já destinado para a execução da obra – cerca de R$ 1 bilhão – e o atraso nas frentes de trabalho, além da inexistência de recursos para que ela seja concluída”, explicou o governador. Vale lembrar que até o mês de junho, estudos de viabilidade e detalhes de como será executada a obra do modal terão de ser apresentados pelas partes (Executivo e Consórcio VLT).
 
A Procuradoria Geral do Estado (PGE), de posse dos relatórios realizados pela empresa gerenciadora e Controladoria Geral do Estado, aponta um conjunto extenso de problemas e falhas técnicas nas obras já executadas. Por outro lado, o consórcio argumenta que houve atrasos nos pagamentos e desapropriações.
 
“Acreditamos que há falhas na execução da obra e correções que devem ser feitas. O Consórcio precisa mostrar se há ou não falhas e quando serão corrigidas. Este prazo é para dar clareza do que realmente aconteceu. Entretanto, entendemos que haviam frentes de trabalho abertas que poderiam ser desenvolvidas”, afirmou o procurador-geral do Estado, Patryck Ayala.
 
Estiveram presentes na reunião, além do governador, do ministro e o do secretário nacional de Transportes, os secretários de Estado de Cidades, Eduardo Chiletto, de Comunicação, Jean Campos, e os secretários nacionais de Acessibilidade e Programas Urbanos, Luis Oliveira Ramos, e de Saneamento, Paulo Ferreira.

5 comentários

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  • João do Ó
    08 Mai 2015 às 10:50

    O transito de Cuiabá se tornará caótico daqui a dez anos, por ser uma cidade quatro centenária. O VLT é a solução, um transporte moderno, não poluente e rápido. Pedro Taques tem nas mãos a solução do transito de Cuiabá, espero sinceramente que pense grande e conclua a obras deste modal.

  • Marcia
    08 Mai 2015 às 10:28

    Se ficar criticando o governo federal não vai receber um centavo. Se manter as obras paradas o custo vai aumentando e compromete tudo. Gasta o dinheiro que já tem. Mas vale um pássaro na mão que dois pássaros voando.

  • Ana
    08 Mai 2015 às 10:15

    O VLT é um projeto inviável para Cuiabá! Só serviu para gerar mais roubo! Então essas autoridades não estão vendo que alem do valor da passagem, tem muitos outros obstáculos a serem vencidos! Como ele vai andar na Avenida Fernando Corrêa? Vai ser anfíbio? Não tem nem 5 Km de trilhos e o dinheiro já acabou!!! Srs: vcs não leem jornais ? Não assistem TV? O governo Federal está falidoooo! Não vai dar bem um real a mais! Sabe o que vai acontecer? Se continua com essa insistência do VLT? Teremos uma cidade rasgada , cheia de buracos e interdições por 20 anos ou mais! Por favor, sejam coerentes, o povo esclarecido agradece.

  • jc
    08 Mai 2015 às 09:59

    Se Taques fazer rodar esse trem ficará na historia, se não, será mais um. A escolha é somente dele.

  • Fabio
    07 Mai 2015 às 23:03

    Frente de trabalho que poderia ser desenvolvida??? Sem pagamento???Com 3 meses de atraso nos pagamentos a construtora?? sem desapropriação???

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