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Segunda-feira, 11 de novembro de 2019

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Carolina Oliveira, de ‘I love Paraisópolis’, conta como é dividir o teto com o namorado e exibe looks sofisticados

Extra

07 Jun 2015 - 14:12

Foto: Foto: Divulgação / Lucca Messer

Carolina Oliveira e o namorado: ele faz questão de acompanhá-la sempre

Carolina Oliveira e o namorado: ele faz questão de acompanhá-la sempre

Em um ensaio sofisticado, Carolina Oliveira exibe o seu amadurecimento. A atriz virou a página da doce menina, que, há dez anos, encantou os espectadores em “Hoje é dia de Maria” — minissérie que foi reeditada em telefilme no encerramento do “Luz, câmera, 50 anos”, na última semana . Agora, aos 20, a morena interpreta a ambiciosa vilã Natasha, de “I love Paraisópolis”. Já no dia a dia, fora de sua personagem, ela é independente, faz a própria história, experimenta a vida a dois com o jogador de poker profissional Felipe Mojave, de 32 anos, e, apesar da proximidade do Dia dos Namorados, assume que não faz muito o tipo mulher romântica.

— Às vezes a gente faz algo diferente, mas não necessariamente. Todo dia é nosso dia. Ele é muito fofo! De vez em quando, me faz surpresa. Então a data não faz muita diferença. Uma vez, eu estava ensaiando bastante um musical em São Paulo. Não era uma ocasião especial e ele mandou flores para mim no teatro com um cartão lindo — derrete-se a bela, sem entregar como ele o surpreende: — Ele é mais criativo. Eu sou menos romântica, mas sou legal (risos).

O casal, junto há três anos, se divide entre suas casas no Rio e em São Paulo. Casamento no papel, no entanto, não está nos planos dela. Quer dizer, o convencional, com todos aqueles preparativos para subir ao altar... Ela é prática.

— Desde os 16 anos, eu nem sabia que ele existia e pensava em Las Vegas. Falava que queria casar no drive thru do casamento. Assim como a gente pega o lanche do McDonald’s, vai lá e está casada, não precisa nem sair do carro. Não sei de onde veio essa ideia (risos). Ele é um pouco mais tradicional, mas toparia isso.

A amizade, o namoro e a convivência foram acontecendo aos poucos. Sem planos e formalidades, acabaram se aproximando naturalmente, até que a casa de um passou a se confundir com a do outro.

— Não foi uma transição absurda vivermos juntos. Eu morava no Rio, ele em São Paulo. Na verdade, ele estava em Vegas. Quando vinha para cá, ficava na minha casa. Quando eu ia para lá, ficava na dele. Foi normal, não tivemos que tomar uma decisão — contou a atriz, natural de São José dos Campos (SP), lembrando como se encontraram: — Temos um amigo em comum, o Tomate. Um dia fomos a um show e nos conhecemos. Depois ficamos amigos. Fui visitá-lo em Vegas e tudo começou.

Felipe viajou recentemente para lá, onde vai disputar campeonato mundial de poker e deve voltar daqui a quase dois meses. Para driblar a saudade, o trabalho e o seu cachorro lulu da pomerânia são parceiros fiéis.

— Estou trabalhando bastante e ele também, a gente se apoia e aguenta. Se pudesse, teria ido com ele, mas está sendo muito legal fazer a novela. Tenho o Black Jack, nosso cachorro, uma companhia maravilhosa, a gente dorme de conchinha e tudo. Passeio com ele ou saio para jantar com as minhas amigas.

E a atriz não pensa em se tornar fera no poker.

— Entendo um pouquinho, para saber o que ele está falando. Não sou boa. Sei jogar, mas demora muito, nunca jogo. Não sei como ele aguenta (risos).

Jogos à parte, eles gostam de ficar grudadinhos. Felipe faz questão de acompanhá-la nos trabalhos, como nesta sessão de fotos.

— Ele já está acostumado, tem até mais paciência do que eu para esperar maquiagem, troca de roupas... Dessa vez foi divertido. Ele não é tímido, mas nunca tínhamos fotografado juntos, ainda mais deitados. Ele não sabia em que posição ficar, onde colocar a mão, foi engraçado — diverte-se a atriz, destacando que nem no modo de se vestir ela tem a ver com Natasha: — Ela é ousada, né? Sou mais discreta e básica.




A personalidade da periguete, é claro, também não lembra nada a da atriz. Por isso, quatro anos após a última novela, “Ti ti ti”, ela pediu para fazer o teste.

— Se eu faço a mesma personagem sempre, não estou sendo atriz. Meu trabalho é fazer coisas diferentes, de mim e do que já fiz.


 
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