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Quinta-feira, 20 de junho de 2019

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Paulo Taques revela que empresários demonstraram interesse em firmar PPP para continuar VLT

Da Redação - Wesley Santiago

04 Nov 2016 - 17:30

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Paulo Taques revela que empresários demonstraram interesse em firmar PPP para continuar VLT
O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, revelou que empresários já demonstraram interesse em firmar uma Parceria Público-Privada (PPP) para continuar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Porém, o Executivo ainda aguarda dinheiro para retomar os trabalhos: “O principal obstáculo para o projeto é falta de recursos", disse.

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“Continuamos nos esforçando para achar uma saída. Está demorando, mas o governador disse reiteradas vezes que só vai retomar a obra do VLT quando ele souber quanto foi gasto, quanto vai custar e da onde vem o dinheiro. A Secretaria de Cidades (Secid) está avaliando a proposta de PPP. Existem grupos empresariais buscando o governo para fazer essa PPP. Isso está nesse momento sob análise, exatamente para achar a saída e apresentar no processo judicial”, disse o secretário.
 
Porém, Paulo Taques relembra que o “principal obstáculo para o VLT é falta de recurso, todos sabem. O estudo que encomendamos a uma empresa para fazer auditoria disse que falta R$ 500 milhões para acabar o VLT e o consórcio diz que falta R$ 1,2 bilhão. Essa diferença de R$ 700 milhões é muita coisa. Enquanto não houver a definição de quanto falta, não podemos retomar. Retomar só por retomar aí vamos cair no mesmo erro do governo passado: começar uma obra sem previsão de término. Então vamos retomar a hora que for fechado esse estudo”.
 
Já o governador Pedro Taques (PSDB), argumentou que “o prefeito eleito demonstrou preocupação com o VLT e respondemos a ele que temos o compromisso eleitoral de fazer com que o VLT ande e isso será feito”.
 
O governo passado já pagou R$ 1,066 bilhão ao consórcio VLT Cuiabá, do total de R$ 1,477 bilhão pelo qual a obra foi contratada. A divergência entre os valores solicitados pelo consórcio para concluir o VLT e o valor que a atual gestão está disposta a pagar levou o governador a judicializar a questão. Taques já desistiu de entrar em acordo com o consórcio, e aguarda decisão da Justiça Federal.
 
Com base no relatório da consultoria KPMG, o governo estadual ofereceu ao consórcio R$ 191 milhões a mais que o contrato assinado em 2012, que foi de R$ 1,477 bilhão. Ou seja, no total, o VLT sairia por R$ 1,668 bilhão. Para concluir a obra, o consórcio havia solicitado o total de R$ 2,2 bilhões.
 
O orçamento inicial para construção do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande é de R$ 1,477 bilhão. Até agora, o Governo já desembolsou R$ 1,066 bilhão e seriam necessários mais R$ 600 milhões para terminar, segundo a consultoria da KPMG, contratada pelo Estado. O volume financeiro até agora é de R$ 400 milhões.
 
A intenção do Executivo Estadual é concluir o VLT em sua totalidade. Composto por duas linhas (Aeroporto - CPA e Coxipó – Porto), com total de 22 quilômetros, o primeiro trecho a ser terminado será do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, até bairro do Porto, em Cuiabá, chegando depois ao bairro do CPA-I (Morada da Serra),  e, numa etapa final, até o Tijucal (Coxipó).

15 comentários

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  • Gerson
    05 Nov 2016 às 09:07

    GOVERNADOR ESSE PEPINO NAO É SEU. NAO TEM 10% DA OBRA CONCLUSA. SEJA INTELIGENTE PQ HUMILDE NAO É. DESMANCHE ESSAS PORCARIAS DAS AVENIDAS QUE ATRAPALHAM O TRANSITO E FAZ DE.CONTA QUE NUNCA FOI GASTO UM REAL NO VLT,A POPULACAO DE CBA E VG AGRADECE. O POVO NAO TEM MAIS INTERESSE NESSE TRANSPORTE QUE SO ENCHEU O BOLSO DO RIVA E DO SILVAL. CHEGA DE FAZER CAMPANHA A CUSTA DO DINHEIRO DO POVO. O SENHOR ANDA DE SW4 BLINDADA COM 8 SEGURANCAS. CHEGA DE COLOCAR CRACHA DE IMBECIL NO MATO GROSSENSE

  • RODRIGO PEREIM
    05 Nov 2016 às 08:32

    esta na hora do vlt sair do papel e comecar a andar nos trilhos................o governo precisa retomar isso o mais breve possivel antes que os vagaos ficam enferrugados e o prejuizo sera maior.......................qdo vamos andar de vlt

  • Elias Pereira da Silva
    05 Nov 2016 às 08:06

    Um estado não pode viver só de pagar funcionários..prescisa de investimento.e até onde eu saiba salário de servidor não é investimento e sim dispesa...

  • Blábláblá
    05 Nov 2016 às 07:42

    Blábláblá Blábláblá Blábláblá. Blábláblá. BláblábláBlábláblá. Mais BláblábláBláblábláBlábláblá. Depois vem o Blábláblá. A culpa é do Blábláblá. Nós vamos Blábláblá. Esse é o governo do Blábláblá. Sempre Blábláblando.

  • Blábláblá
    05 Nov 2016 às 07:42

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  • Quero transparência nessa transformação
    05 Nov 2016 às 05:26

    Governador! não se esqueça que essa obra não tem sentido em cidades com menos de 1 milhão de habitantes, não foi o seu governo que fez essa lambança, lave as mãos, judicialize e se for o caso, cobre de quem tem que ser cobrado o dinheiro desperdiçado, de quem tinha que fiscalizar e não o fez, foi sim conivente, Mato Grosso é um todo, não se resume a Cuiabá e Várzea Grande, o importante é ter transparência e mostrar onde está sendo consumido o dinheiro do Estado, vá para a imprensa e mostre se é que fez ou faz alguma obra, a MT-100, no trecho entre Alto Araguaia e a divisa do Mato Grosso do Sul já seria um bom começo, mostre se fez algo por lá, alem de tapar os buracos com cascalho, cada quilometro de obra realizada podendo ser comprovada é lucro e faz a diferença, não se esqueça, seu antecessor era criticado porque só construía onde tinha interesse, mas construía e propagava.

  • Analista Político
    05 Nov 2016 às 01:02

    Só tenho uma palavra a dizer: Dúvido!

  • RODRIGO PEREIM
    04 Nov 2016 às 22:15

    e ja passou a hora desse tal de vlt comecar a andar e sair do papel antes de enferrujar......................que gaste o que for nos mt queremos o vlt.....................

  • RODRIGO PEREIM
    04 Nov 2016 às 22:15

    e ja passou a hora desse tal de vlt comecar a andar e sair do papel antes de enferrujar......................que gaste o que for nos mt queremos o vlt.....................

  • Erivaldo
    04 Nov 2016 às 21:50

    Esses empresários tinham que aproveitar o gancho e ajudar a EMPAER tanto na pesquisa como na extensão, nisso todos sairiam ganhando, o governo e principalmente a população

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