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Quarta-feira, 19 de junho de 2019

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“A rede de drenagem está totalmente assoreada”, diz secretário sobre viaduto da UFMT

Da Redação - Wesley Santiago

11 Abr 2017 - 08:17

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

“A rede de drenagem está totalmente assoreada”, diz secretário sobre viaduto da UFMT
Totalmente assoreada. Assim está a rede de drenagem na região do viaduto da UFMT, localizado na avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, segundo o secretário adjunto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), José Picolli. Em entrevista exclusiva ao Olhar Direto, Picolli diz que é necessário que as manutenções sejam feitas para evitar problemas com o novo modal.

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“A rede de drenagem tem que ter manutenção. A rede está totalmente assoreada, cerca de 45% dela. Precisa ser feita a manutenção. As menores precisam disto, já que as maiores tendem a fazer isso de forma automática”, disse o secretário à reportagem. Recentemente, foi feita a limpeza das ‘bocas de lobo’ instaladas na região. Porém, a medida não surtiu muito efeito.
 
Os alagamentos são constantes na região. No dia 06 de março, a chuva novamente voltou a alagar a avenida Fernando Corrêa da Costa, na saída do viaduto. Sem drenagem suficiente, a água das chuvas permanece acumulada. Ao assumir a pasta, o secretário de Cidades de Mato Grosso, Wilson Santos, garantiu que o problema naquela região será resolvido ainda em 2017.
 
Em dezembro de 2015 o Governo de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Cidades (Secid) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) firmaram um convênio de R$ 616.410,62 para a elaboração de projetos para minimizar os impactos causados pela deficiência de drenagem na região da avenida Fernando Corrêa da Costa, próximo ao Córrego do Barbado.
 
O secretário ainda negou que o projeto do VLT contribuía com os alagamentos: “Não tem grande problema com drenagem. Não contribuiu em nada para alagamento. O projeto seguirá a recomendação da prefeitura e não irá interferir em nada para cortar drenagem”, afiançou Picolli, que foi diretor de implantação do modal do Rio de Janeiro.

"O primeiro assunto que tratei na minha sala foi sobre os alagamentos na base do viaduto da UFMT. A equipe técnica inteira da universidade esteve aqui, já que foi contratada para realizar este projeto. A maior parte deste recurso foi pago. Teremos que conviver com este problema durante alguns meses ainda, mas assim que começar o período da seca, é prioridade sanar isto”, garantiu recentemente Wilson Santos.

10 comentários

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  • Maria
    11 Abr 2017 às 18:00

    Mais uma obra mal feita deixado pelo governo de Silval!

  • Solange Nunes
    11 Abr 2017 às 17:57

    Fora PMDB você já destruí muito meu estado.

  • Manoel silva
    11 Abr 2017 às 17:56

    Essas são as heranças do PMDB do Sival.

  • José Carlos
    11 Abr 2017 às 17:47

    A verdade é uma só: Taques e seus secretários pagam o pato. E o pior é que quando liberam laudos, ou declarações, também saem como "não fazem nada", sem sequer questionar se é ou não a mão do atual governador que está ligada.

  • Isabel
    11 Abr 2017 às 17:47

    Outra obra de mobilidade urbana da copa, outra herança do governo Silval.

  • Afonso
    11 Abr 2017 às 17:34

    É uma vergonha! Esse alagamento sempre existiu, se não fizer uma nova rede coletora, vai continuar o alagamento. O grande problema são os gestores que vive falando e operacionalmente não fazem nada. .

  • CARLOS
    11 Abr 2017 às 17:31

    O MESMO OCORRE NAS OBRAS DO VLT NA PRAINHA. QUANDO CHOVE A AVENIDA VIRA UM RIO ENTRANDO ÁGUA NO COMERCIO LOCAL...

  • Pabllo
    11 Abr 2017 às 17:02

    Sou aluno da UFMT e sei que essa é mais uma obra com efeitos mais que colaterais da gestão estadual passada, que inclusive traz vários transtornos para nós universitários quando chove. Se o problema é o assoreamento e você sabe disso José Picolli, porquê não resolve?

  • Lúcia Helena Zanardo
    11 Abr 2017 às 15:15

    Que desculpas, alias a rede fluvial está totalmente assoreada, tudo entupido por falta de manutenção e limpeza...quando chove em Cuiabá é um desastre...muitos bairros e ruas alagados, falta de investimento público, falta de mão de obra, falta de planejamento.....afff

  • Rafael
    11 Abr 2017 às 09:33

    Grande desculpa esfarrapada, então assoreou antes mesmo de terminar a obra, pois sempre alagou a região.

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