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Sexta-feira, 24 de maio de 2019

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Saúde confirma três mortes de macacos por febre amarela em Cuiabá

Da Redação - Fabiana Mendes

20 Fev 2018 - 15:50

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto/Ilustração

Saúde confirma três mortes de macacos por febre amarela em Cuiabá
A Secretária Municipal de Saúde (SMS) confirmou a morte de três macacos por febre amarela, em 2017. Um foi recolhido na região do Centro Político Administrativo, um próximo ao Cinturão Verde e outro no Sucuri. Já nos dois primeiros meses deste ano, 12 macacos foram recolhidos devido a suspeita da doença.

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A gestora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), Moema Blatt, fez um apelo  a população e pediu que a população não mate os animais, pois é por meio deles que é possível saber se o vírus está em circulação na região. O grande “vilão” da história é o Aedes aegypti, que além de transmitir febre amarela em área urbana, transmite dengue, zika e chikungunya.
 
“Cuiabá, assim como o estado de Mato Grosso, é considerada como área de risco de febre amarela, sendo classificada como área de recomendação de vacinação em rotina, motivo pelo qual a maior parte das pessoas é vacinada. Lembrando que, por diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS), estabelecida em 2013, uma única dose da vacina em qualquer fase da vida é suficiente para imunizar”.
 
A SMS também alerta sobre a imunização, que deve ser feita apenas uma vez na vida. A coordenadora de Programas Estratégicos da SMS, Lidiane Siqueira, explica que não é recomendado tomar mais do que uma dose, pois pode causar reações adversas, além de não ter nenhum benefício. "A vacina é produzida com vírus da febre amarela vivo, mas atenuado. Receber mais do que uma vacina para esta doença é se expor desnecessariamente, uma vez que os efeitos colaterais dela, como dor de cabeça, febre e mal estar podem ser potencializados", comenta.
 
Sobre a doença

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de curta duração e gravidade variável, podendo ser fatal. É causada por um arbovírus transmitido por mosquitos, e tem elevado potencial de disseminação. Os sintomas mais comuns são febre, náuseas, vômitos, dor de cabeça, calafrios, pele e olhos amarelados. Também podem ocorrer sangramentos pelo nariz, gengiva, estômago, intestino e urina.

2 comentários

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  • Carlos Alberto dos Santos
    22 Fev 2018 às 12:30

    É bom lembrar que, pra morrer macacos contaminados na capital, o surto em alguns municípios deve ser grande até demais.

  • Daninha Ludvig
    21 Fev 2018 às 18:40

    Porque a 10 anos atrás fomos orientados a tomar a vacina. Que vence a cada 10 anos. a secretaria de Saúde passou essa informação para economizar?

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