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Quinta-feira, 18 de abril de 2019

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Dilmar rebate Wilson e lembra que tucano foi base do governo e membro de CPI da sonegação

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

05 Fev 2019 - 14:41

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Dilmar rebate Wilson e lembra que tucano foi base do governo e membro de CPI da sonegação
Líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) rebateu a iniciativa do colega de parlamento Wilson Santos (PSDB) de propor a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis irregularidades na política estadual de renúncia fiscal implantada em Mato Grosso. Para o democrata, o tucano já teve a oportunidade de participar de investigações semelhantes no passado, e não teve êxito por talvez na época ser da base governista.

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“A proposta que está sendo feita de uma nova CPI, onde qual o autor do projeto já foi membro titular da CPI passada. Talvez ele não teve o êxito em alcançar o objetivo, porque na época era base do Governo. Mas entendo a situação de cada um. Acho que o Estado tem que rever sim as renúncias fiscais. O Estado tem que rever os condicionamentos de cada autonomia ou isonomia da carga tributária”, disse Dal’Bosco após Santos apresentar a proposta de CPI.

O tucano, em primeira sessão da 19ª legislatura propôs a abertura de uma CPI sobre a sonegação e renúncias fiscais do Estado. Segundo ele, as medidas tomadas pelo governador Mauro Mendes (DEM), aprovadas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), não são suficientes para tirar o caixa do negativo.

A investigação já foi feita pela Assembleia Legislativa nos anos de 204 e 2016 e contou com a presença de Wilson Santos como membro da CPI. Sem querer polemizar sobre a insinuação feita pelo líder do Governo, o deputado disse que caso seja instaurada, a nova CPI irá punir quem está sonegando.

“Há denúncias, informações e documentos que comprovam que grandes produtores rurais deste Estado sonegam impostos. Já houve uma CPI em 2014, outra em 2015, mas nenhuma das duas produziram resultados concretos e não puniram ninguém. Vamos em uma terceira etapa dar continuidade ao trabalho de CPI e espero que nesta terceira rodada nós possamos ser mais profundos, mais veementes e que os órgãos de controle possam fazer as correções e as punições devidas”, explicou.

Após o término da sessão desta segunda-feira (4), o deputado revelou que o requerimento para abrir a CPI já conta com três assinaturas, das oito necessárias. Elas são de Ludio Cabral (PT), Thiago Silva (MDB), além da sua.

4 comentários

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  • Joao da roca
    05 Fev 2019 às 23:04

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  • Eleitor
    05 Fev 2019 às 19:28

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  • Joao Soares
    05 Fev 2019 às 18:01

    Qual é o medo de uma investigação, Mato Grosso está na Uti financeiramente, quem sabe não descobre que esse renuncia fiscal é prejudicial ao estado. Muda Brasil

  • António belarmino
    05 Fev 2019 às 15:07

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