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Quinta-feira, 18 de abril de 2019

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Selma Arruda e direção da Polícia Civil debatem ações para fiscalização na fronteira

Da Redação - Wesley Santiago

10 Fev 2019 - 14:34

Selma Arruda e direção da Polícia Civil debatem ações para fiscalização na fronteira
A senadora por Mato Grosso, Selma Rosane Santos Arruda (PSL) e diretores da Polícia Judiciária Civil (PJC), se reuniram nesta sexta-feira (08) para estreitar parcerias para o fortalecimento das ações de enfrentamento ao crime organizado. Entre os pontos debatidos estão ações para fiscalização na fronteira seca do Estado.

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A senadora foi recepcionada pelo delegado geral, Mario Dermeval Aravéchia de Resende, e os diretores adjuntos na sede da Polícia Civil, em Cuiabá. Esse foi o primeiro encontro entre os gestores da PJC e a senadora eleita por Mato Grosso, que foi juíza de direito e atuou por muitos em processos contra organizações criminosas no Estado.
 
A senadora agradeceu o convite se colocando à disposição para colaborar com a segurança pública. “Quero contribuir no que for necessário e que por meio de integração possamos de forma concreta planejar e trabalhar no combate do crime organizado. A fronteira de Mato Grosso é um dos pontos que precisa ser priorizado, bem como é preciso modificar a legislação, tornando-a mais rígida”, disse Selma Arruda.
 
O delegado geral, Mário de Resende, explica que Mato Grosso possui 700 quilômetros de fronteira seca e isso é uma preocupação das forças de segurança, por ser uma região usada como rota para o escoamento de pasta base e cocaína, que abastecem grandes centros das regiões Sudeste e Sul do Brasil.
 
“Estudos prontos demonstram que, atualmente, 90% da responsabilidade na repressão da fronteira é da força policial estadual. A PJC vem trabalhando de forma criativa e estratégica, por meio de projetos e outros recursos, buscando promover a captação de investimentos. O baixo efetivo também é um ponto importante e preocupante”, ponderou Resende.
 
Para a senadora, nesse primeiro momento é necessário atuação legislativa e também levar para os Ministérios, em Brasília, a realidade da Segurança Pública de Mato Grosso. “Estou à disposição para que juntos possamos, de forma planejada e efetiva, atender as carências e necessidades da instituição”.

4 comentários

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  • ALDO SILVA DA COSTA
    11 Fev 2019 às 09:06

    Sugiro à senhora senadora, que proponha a inserção de tipo penal, no CP, àqueles indivíduos que reagem à prisão legal, com penas semelhantes ao crime de tortura, visto que, enquanto o policial responde por tortura, numa eventual lesão corporal, ameaça, etc, o criminoso que fere o policial, o ameaça ou até o mata, responde por um crime comum.

  • Nádia Canelas
    10 Fev 2019 às 23:54

    Essa juiza é só bo nessas eleições e ainda tem moral com polícia?

  • Davi
    10 Fev 2019 às 21:04

    Nunca vi a polícia civil na fronteira. Seria mais eficiente dialogar com o GEFRON ou com o Comando Geral da Polícia Militar.

  • aline - tijucal
    10 Fev 2019 às 20:11

    nao acredito que a policia se juntou com essa dona. Eu votei nela mas só leio coisa ruim dela. Creto, tenho medo. Obrigada.

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