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Cotado para assumir liderança do governo Bolsonaro, Fagundes diz que foco é fortalecer bloco

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

08 Fev 2019 - 18:06

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Cotado para assumir liderança do governo Bolsonaro, Fagundes diz que foco é fortalecer bloco
Muito próximo do recém-eleito presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), o senador mato-grossense Wellington Fagundes (PR) está sendo cotado para assumir a liderança do governo Jair Bolsonaro (PSL) na casa de leis. A informação foi divulgada em matéria publicada nesta sexta-feira (7) pelo jornal Valor Econômico.

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A reportagem diz que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzni (DEM), assim como Alcolumbre trabalham para indicar algum senador do MDB para ajudar o Governo a se aproximar mais do partido. Fagundes segue como segunda opção.

Em nota, Fagundes não negou a intenção de assumir o cargo, no entanto disse que seu objetivo agora é fortalecer o Bloco Parlamentar Vanguarda, que conta com o PSC, DEM, além do PR.

“O jornal ‘Valor’ publicou que meu nome estaria sendo avaliado para ocupar o cargo de líder do Governo no Senado. A informação foi reproduzida por outros noticiários, inclusive em Mato Grosso. Sobre isso, informo que não fui consultado a respeito", garantiu. 

"Minha prioridade neste momento é estruturar o Bloco Parlamentar Vanguarda, da qual participam senadores do PR, do PSC e do Democratas, incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), atraves do qual queremos estar a frente dos debates de grande interesse do povo brasileiro”, explicou.

O plenário do Senado aprovou com 72 votos a favor, 2 contrários e 3 abstenções, a composição da Mesa Diretora da Casa, com o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) no cargo de primeiro vice-presidente nesta quinta-feira (7). A eleição, em chapa única, foi feita em votação secreta.

Além, de Alcolumbre, a mesa também conta com Antonio Anastasia (PSDB), como 1° vice-presidente; Lasier Martins (Podemos), como 2° vice; Sérgio Petecão (PSD), como 1° secretário; Eduardo Gomes (MDB), como 2° secretário; Flávio Bolsonaro (PSL), como 3° secretário; Luis Carlos Heinze (PP), como 4° secretário; além de Marcos do Val (PPS), Weverton (PDT), Jaques Wagner (PT) e Leila Barros (PSB), como suplentes.

A escolha não obedeceu ao critério da proporcionalidade, que leva em conta o número de senadores por partido, como é tradição no Senado.

4 comentários

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  • João Capile
    08 Fev 2019 às 21:35

    Não me representa

  • Cuiabano
    08 Fev 2019 às 19:44

    Uma vergonha, votamos na mudança na esperança de novos rumos na politica, mais uma vez vamos presenciar um estelionato eleitoral. Esse Ilustríssimo Senador era figura de destaque da tropa de choque da Dilma, do Lula e FHC. Sempre na sombra do poder independente de quem lá esteja. O MESMO DE SEMPRE

  • Bolsonariana Roxa
    08 Fev 2019 às 19:25

    Sangue de Jesus tem Poder! Qdo nosso Presidente descobrir quem e o cara! Mais ele ja deve conhecer os politicos da Mato Grosso, por que ficou muito Bravo qdo o Magno Malta levou um poderoso REI daqui la no hospital pra visitar ele sem consulta-lo, que MaGNO mALTA PERDEU PARTE DE SEU PRESTIGIO....

  • Raimundo
    08 Fev 2019 às 18:50

    Misericórdia!

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