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Terça-feira, 23 de julho de 2019

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Com ajuda de Secretaria Nacional de Mobilidade, Governo estuda solução para VLT

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

09 Jul 2019 - 17:37

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Com ajuda de Secretaria Nacional de Mobilidade, Governo estuda solução para VLT
A Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana irá, em conjunto com o Governo de Mato Grosso, estudar a viabilidade e solução para as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) nas cidade de Cuiabá e Várzea Grande. Uma portaria determinando a medida será publicada pelo Ministério de Desenvolvimento Regional já nesta quarta-feira (10).

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Para compor a comissão, o governador Mauro Mendes (DEM) designou os secretários Marcelo Oliveira (Infraestrutura e Logística), Rogério Gallo (Fazenda), Emerson Hideki Hayashida (Controladoria Geral), Carlos Fávaro (Escritório de Representações) e o procurador Lucas Schiwinden Dallamico (representando a Procuradoria Geral do Estado).

De acordo com o governador, além dos técnicos de Mato Grosso, também irão compor a comissão representantes da Secretaria Nacional. “O nosso objetivo é, em um curto espaço de tempo, encontrar uma solução para a questão do VLT”, disse, acrescentando que essa parceria trará bons resultados para o Estado.

O VLT começou a ser construído em 2012 pelo consórcio VLT Cuiabá Várzea Grande, com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão.  O prazo de entrega era 13 de março de 2014, para facilitar a mobilidade dos turistas durante a Copa do Mundo de 2014, já que Cuiabá foi uma das sedes do mundial, e até a presente data não foi terminado. 

Em 2009, quando Cuiabá foi escolhida para ser uma das sedes da Copa, a decisão do governo era para que o modal de transporte a ser utilizado era o BRT (Bus Rapid Transit), com o custo de R$ 400 milhões a época. Somente em 2012, quando o Governo Federal autorizou a troca do modal, que Mato Grosso optou pelo VLT, com recursos da Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A obra do VLT foi projetada para ter uma extensão de 22 quilômetros, com dois itinerários. Segundo o projeto, o primeiro trecho ligaria o Aeroporto Marechal Rondon até a Avenida Rubens de Mendonça. O segundo trecho sairia da Avenida Tenente Coronel Duarte até a região do Coxipó.

O governador Mauro Mendes havia anunciado no início do mês de junho que iria apresentar uma solução para o problema envolvendo o VLT em 30 dias, mas voltou atrás e garantiu que a resposta para esta pergunta que atormenta a baixada cuiabana desde 2014, será dada até o final deste ano, como prometeu em sua campanha.

3 comentários

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  • Ovidia pedroso
    10 Jul 2019 às 09:21

    Esse tal de VLT so veio para acabar com nossa cidade que era considerada a cidade verde, tantas arvores que foi derrubada cada uma com a sua belas flores que encantava a quem por ali passava agora so resta saudades.

  • vicente
    10 Jul 2019 às 07:19

    Parabéns governador pelo bom senso. A população agradece.

  • Carlos Eduardo Botelho
    10 Jul 2019 às 06:21

    Além de quebrar o empresariado da Av da FEB, pretendem quebrar o de Cuiabá? Deveriam banir e prender aqueles politicos que foram a Europa e tiraram aquela foto maldita.

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