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Domingo, 15 de dezembro de 2019

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Mauro faz apelo ao Sintep por compreensão e diz que é necessário acabar com insegurança na educação

Da Redação - Fabiana Mendes

10 Jul 2019 - 10:13

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Mauro faz apelo ao Sintep por compreensão e diz que é necessário acabar com insegurança na educação
O secretário de Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, fez um apelo e pediu compreensão ao Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), que decidirá na próxima sexta-feira (12) se continua ou finaliza a paralisação que está em vigor desde 27 de maio deste ano. Em entrevista à Rádio Capital FM, na manhã desta quarta-feira (10)ele reafirmou que o Governo está aberto ao diálogo, mas que é necessário acabar com a insegurança na educação. 

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“Com toda humildade venho pedir a compreensão do Sintep para que realmente retornem a sala de aula na segunda-feira, para que a gente tire essa insegurança na educação. Milhares de famílias sendo prejudicadas com essa greve. Vamos construir soluções. O Estado está aberto ao diálogo, vamos construir soluções e, com certeza, assim que o Estado encontrar esse equilíbrio fiscal e financeiro, a Lei da Dobra e o RGA deverão ser pagos”, garantiu.
 
Uma audiência de conciliação aconteceu no Núcleo de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, na última segunda-feira (8). Na ocasião, o Executivo se propôs a pagar o reajuste aos profissionais assim que estiver abaixo do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e propôs a restituição do salário cortado durante a greve.
 
O Sintep, por meio de nota, afirmou que as tentativas de conciliações foram finalizadas. A ata documentada na reunião será objeto da Assembleia Geral, a ser realizada na sexta-feira (12). Segundo o presidente do Sintep, Valdeir Pereira, só a decisão coletiva poderá colocar fim à greve. Ele ainda pontua que não houve por parte do governo nada de imediato em relação a deliberações de percentuais ou datas para o cumprimento da lei 510/2013.
 
Avanços
 
Outros avanços para a categoria já haviam sido anunciados pelo Governo, como investimentos de quase R$ 115 milhões na Educação, ainda este ano. Segundo estimativa do Governo, serão R$ 52 milhões para o pagamento de 1/3 de férias dos servidores contratados, que passará a ser garantido a partir deste ano; R$ 15,6 milhões para substituição de servidores efetivos que se afastarão para qualificação profissional; e mais R$ 11,9 milhões para substituição de servidores, que sairão de licença-prêmio ou se aposentarão.
 
Serão investidos ainda R$ 35 milhões para melhoria na infraestrutura das escolas. Outra reivindicação atendida pelo Governo é o chamamento do cadastro de reserva do concurso público de 2017, que vai contemplar vários municípios de Mato Grosso. Neste mês de julho, serão chamados 681 profissionais para atuarem em várias escolas estaduais, sendo 221 professores, 300 apoios administrativos e 160 técnicos administrativos educacionais.

6 comentários

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  • Rondonopolitano
    10 Jul 2019 às 14:09

    0 ignorante que está falando mal do sibtep, certamente não conhece a realidade.

  • gilberto
    10 Jul 2019 às 12:14

    Faça uma proposta relevante com prazos e valores e então peça a compreensão do SINTEP que a terá. Ninguém mais é ingenuo e todos sabem que quem descumpre acordos e leis uma vez certamente continuará descumprindo por isso qualquer acordo precisará ser muito bem escrito e avalizado.

  • Antonio
    10 Jul 2019 às 11:44

    O governo não podia ter cedido e pagar os dias parados, pois não foram trabalhados. Desse jeito vamos agitar meses de greve e depois não vai descontar mesmo. Vai virar uma festa no MT.

  • Juca
    10 Jul 2019 às 11:10

    Realmente não existe segurança na educação de MT desde que este tal SINTEP passou a fazer greves ilegais e a justiça não pune os culpados.

  • Juca
    10 Jul 2019 às 11:10

    Realmente não existe segurança na educação de MT desde que este tal SINTEP passou a fazer greves ilegais e a justiça não pune os culpados.

  • joao
    10 Jul 2019 às 11:08

    O servidores não poderá atender apelo do governador, pois ele não atende os direitos dos servidores. Se os servidores voltarem, esqueçam de greve e de direitos.

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