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Domingo, 20 de outubro de 2019

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Servidores da Educação são contidos e revistados pela PM ao entrarem na AL; Veja vídeo

Da Redação - José Lucas Salvani/ Carlos Gustavo Dorileo

17 Jul 2019 - 18:14

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Servidores da Educação são contidos e revistados pela PM ao entrarem na AL; Veja vídeo
Servidores da educação estadual, que protestavam pelas ruas de Cuiabá em defesa do cumprimento da lei complementar 510/2013, na tarde desta quarta-feira (17) precisaram ser contidos e revistados pela Polícia Militar, ao entrarem na Assembleia Legislativa. Os profissionais estão em greve desde 27 de maio. 

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Ao entrarem no saguão principal da Assembleia Legislativa, os servidores foram proíbdos a príncipio, de subir até as galerias, concentrando uma grande quantidade de pessoas no local. 

Policiais militares chegaram a fazer uma barreira na escada que dá acesso as galerias do plenário e revistaram os professores, que pretendiam subir.
 

Em reunião com representantes do Sindicato que representa os postos de combustíveis de Mato Grosso os deputados ainda não confirmaram se haverá sessão vespertina até a publicação desta reportagem.

Durante todo o dia os servidores da educação realizaram atos de protestos. Na tarde de hoje se mobilizaram em frente ao Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT) e tomaram conta do Centro de Político Administrativo (CPA). Além do cumprimento da chamada Lei da Dobra e do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA),  os professores pedem melhorias nas escolas da rede estadual.

Resistência 

Durante a manhã desta quarta-feira, os professores também acompanharam uma sessão na ALMT, visando pressionar os deputados estaduais de forma que contribuam para o movimento grevista.

As mobilizações estão acontecendo por alguns pontos do estado. Em Rosário do Oeste (a 105 km de Cuiabá), houve a ação de um pedágio solidário, para a arrecadação de dinheiro para a compra de alimentos para os professores que tiveram seus pontos cortados. O pedágio também foi feito em Nova Olímpia (a 203 km de Cuiabá), conforme publicado nas redes sociais do Sindicato dos trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT).
 

Estas não são as primeiras ações de arrecadação promovidas pela categoria. O Sintep-MT criou uma “vaquinha” para ajudar os professores. No dia 3 de julho, também houve um movimento em frente a uma agência do Banco do Brasil, visando fortalecer a causa.

A última reunião entre os professores referente a greve aconteceu no último dia 12, sendo decidida a permanência por tempo indeterminado até que as pautas defendidas pela categoria sejam atendidas.

A ALMT propôs que os professores fossem contemplados com o aumento salarial de 7,69%, previstos na lei 510, porém o governador Mauro Mendes (DEM), recusou. De acordo com o governador, o Estado ultrapassou o limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), portanto, não seria possível cumprir com o pagamento do reajuste.

18 comentários

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  • Revoltada
    18 Jul 2019 às 23:32

    Me dá um desespero e desgosto ao ler esses comentários, por isso que este Brasil não vai para frente...Quando o povo de uma nação não valoriza a educação e ainda escreve com tanta crueldade e desconhecimento de causa, um país nunca triunfará e vai viver sempre na ignorância.

  • Chico Bento
    18 Jul 2019 às 13:57

    Não sabia que em Cuiabá tem tanta gente feia. Agora vendo essas fotos, me assustei!

  • Ivone
    18 Jul 2019 às 12:02

    GREVE !

  • Marcelo Miranda
    18 Jul 2019 às 11:11

    Sou favorável extinção de Estado. Sem funcionários públicos, a mão invisível do mercado de Adam Smith, faz a qualidade de vida melhor.

  • marcos
    18 Jul 2019 às 11:01

    Os Diretores dos Sindicatos vendo esse papelão dos Professores devem cair na gargalhada nos seus escritórios com ar condicionado.Eu penso o seguinte, os professores são super desvalorizados em questão salarial e moral,perderam todo respeito dentro de sala de aula pelos alunos,e no final ainda defendem todos esses direitos perdido com a famosa frase LULA LIVRE.Senhor onde nosso País vai parar, se quem ensina tá cego e adorando Bandido,imagine nossos filhos sendo ensinados por eles.

  • Mulher ma
    18 Jul 2019 às 10:30

    Esses grevistas nao podem achar que a maioria dos pais apoiam eles. Nos estamos preocupados com o ano letivo do nossos filhos. Estavam recebendo salario parcelado antes da greve Mesmo assim recebiam Esse sindicato nao responde por mim em nada Como mae nao me representam. A minha responsabilidade e com meus filhos. Gostaria de saber Cade o eca pra cobrar o governo e o sintep O retorno as aulas? Afinal sao muitos alunos prejudicados.!!! Quando um aluno falta o colegio A escola e o eca ficam em cima dos pais se o aluno falta 3 dias seguidos. Cade a cobranca na mesma medida com o governo e o sintep?

  • Márcio Benedito de Moraes
    18 Jul 2019 às 09:48

    manda todos para rua sem direito a nada , qualquer coisa agora querem fazer greve , não está contente pede para sair affff

  • Luís Carlos Silva lima
    18 Jul 2019 às 09:34

    infelizmente esses professores não passa de massa de manobra na mão desse sindicatos que a muito tempo não reapresenta os trabalhadores e sim partidos políticos de esquerda que afundaram o brasil

  • tiago
    18 Jul 2019 às 09:13

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  • Juliane Galice
    18 Jul 2019 às 08:35

    vai trabalhar ou procura outro emprego

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