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Sexta-feira, 23 de agosto de 2019

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Confusão na AL tem agressões, tentativa de invasão e Rotam acionada; vídeos

Da Redação - Wesley Santiago/Da Reportagem Local - Carlos Gustavo Dorileo

18 Jul 2019 - 11:10

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Confusão na AL tem agressões, tentativa de invasão e Rotam acionada;  vídeos
Servidores da Educação, que estão em greve desde o dia 27 de maio, tentaram invadir o Plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na manhã desta quinta-feira (18). Diversas pessoas começaram a bater na porta que dá acesso ao local, enquanto seguranças da Casa de Leis tentavam impedir a passagem. A Polícia Militar precisou ser acionada para garantir a segurança. Houve relato de agressões de ambas as partes.

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A confusão se instalou na porta que dá acesso ao Plenário da Casa de Leis. Seguranças precisaram se colocar na frente dos servidores para evitar que eles entrassem no local. Enquanto isto, eles começaram a se irritar e dizer que estavam sendo segurados e empurrados. Dedos em riste eram vistos nas duas partes.


 
Logo depois, alguns servidores começaram a bater na porta do Plenário e começaram a gritar “abre esta porta” e “estamos sem salário”. Enquanto isto, na parte de trás, houve empurrões. Na sequência, homens da Polícia Militar começaram a chegar para tentar amenizar a situação.
 
Mesmo assim, os professores acusaram os militares de agressão. “Estão batendo em professor”, disse um dos deles, de forma exaltada. Uma servidora da Casa de Leis também relatou ter sido segurada pelo braço por um dos grevistas. 

A Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) precisou ser acionada para conter os manifestantes, que depois de toda a confusão retornaram para as galerias. 

O deputado estadual Max Russi (PSB) usou o microfone para sair em defesa da servidores da Casa de Leis que teria sido agredida. "Pegaram uma servidora nossa pelo braço, não querendo deixá-la entrar. É servidora como todos, não é desta forma que vamos resolver o embate".

"Vou defender o servidor da Assembleia Legislativa, porque são eles que atendem todos os deputados e recebem muito bem quem vem até esta Casa procurar atendimento. Não vou aceitar fazer um tipo de coisa destas com nossos servidores, sendo atacados na sua integridade", finalizou.

O deputado Ludio Cabral (PT), que está do lado dos grevistas, também usou o microfone para pedir calma aos manifestantes e repudiar a tentativa de invasão. "A manifestação aqui é legítima, mas precisa se manter como pacífica. Há algumas pessoas com compartamento que não é o melhor para o processo que estamos vivenciando".

O presidente da ALMT, Eduardo Botelho (DEM), ameaçou realizar a sessão de portas fechadas, caso a confusão não fosse encerrada. "Eu quero manter ela aqui, mas irei mudar a sessão se for necessária. Tenho prerrogativa". 

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) , Valdeir Pereira, disse que "esta Casa de Leis é um puxadinho do governo do Estado. Vamos permanecer aqui o tempo que for necessário, para que não seja mais. A truculência da Polícia Militar, quando o cidadão está precisando de policiamento, é inaceitável. Estão agindo assim com os servidores, para evitar que a gente não permaneça aqui".








Atualizada às 11h22 e às 11h37.

32 comentários

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  • Ari
    18 Jul 2019 às 22:01

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  • Ademir
    18 Jul 2019 às 20:08

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  • Júlio César
    18 Jul 2019 às 18:32

    Concordo com o meu colega prof Ludovico. Acrescento uma sugestão ao nosso STF que autorize demissão de funcionários públicos. Aí acaba a farra de greve.

  • Marcelo Miranda
    18 Jul 2019 às 18:30

    Ai, que "meda" de "Lutador"

  • Paolo
    18 Jul 2019 às 17:47

    Vão lá fazer piquete e acampem em frente o Alphaville kkkkkk

  • Profº Loduvico.
    18 Jul 2019 às 17:24

    Mas um vez eu falo: Enquanto o PT,estiver comandando essa greve,não vai dar em nada. Até o apoio da população voces já perderam.

  • Walter
    18 Jul 2019 às 17:04

    Ganham mais que a imensa maioria da população Mato-Grossense (basta olhar no portal da transparência) tem 45 dias de férias por ano, fora os feriados emendados. Enquanto isso a qualidade de educação básica do Brasil só não fica atrás do Zimbábue. Somos o 165 de 170 países. Se perguntar para esses "servidores" da educação dirão que a culpa pela baderna é do Bolsonaro.

  • da Gurizada CMC
    18 Jul 2019 às 16:46

    Japoneeeeeeeeeeeeeeis

  • Juca
    18 Jul 2019 às 16:04

    A ROTAM está só na espera de nova estupidez desse povo que está com raiva por que o Lula e sua catrefa está na cadeia.

  • Zeca
    18 Jul 2019 às 16:02

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