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Quarta-feira, 30 de setembro de 2020

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Mauro volta a chamar Emanuel de mentiroso e questiona por que prefeito não cobrava Taques

Da Redação - Érika Oliveira

06 Set 2019 - 17:10

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Mauro volta a chamar Emanuel de mentiroso e questiona por que prefeito não cobrava Taques
O governador Mauro Mendes (DEM) está com o pavio curto quando o assunto é Emanuel Pinheiro (MDB). Cobrado por dívidas herdadas da gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), o democrata voltou a chamar o prefeito de Cuiabá de mentiroso, por associar o débito ao rebaixamento da nota da Capital no Capacidade de Pagamento (Cepag), e resumiu em uma frase o que pensa da situação: “Emanuel conversa muito e trabalha pouco”.

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“Por que ele nunca cobrou o Pedro Taques? Tem divida desde 2016. O prefeito Emanuel Pinheiro conversa muito, fala muito, trabalho pouco e mente bastante”, disparou Mauro Mendes, durante evento de comemoração dos 184 anos da Polícia Militar de Mato Grosso.

Na semana passada Emanuel cobrou publicamente o pagamento de R$ 142 milhões, uma parte relativa a serviços pactuados ainda na gestão do ex-governador Pedro Taques e que não foram repassados para Cuiabá, e a outra parte referente aos R$ 82 milhões da emenda parlamentar para equipar o Hospital Municipal de Cuiabá.

A Prefeitura chegou a notificar a Casa Civil do Estado, que tinha até a data de hoje (06) para deliberar sobre o pagamento da dívida. De acordo com o secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Antônio Possas de Carvalho, a dívida será judicializada, caso o Governo não apresente alguma proposta.

Segundo o secretário, desde que Mauro Mendes assumiu o Governo, os repasses à Prefeitura – em torno de R$ 3,1 milhões mensais – tem sido feito religiosamente.

Emanuel nega que a cobrança tenha cunho político e sustenta que não precisar ser “amiguinho” de Mauro para que o Governo cumpra com seus deveres, uma vez que a dívida, em suas palavras “não é de Taques, mas do Governo”.

O relacionamento entre os dois tem sido conturbado desde a eleição passada, quando Emanuel, mesmo sendo de um partido aliado à candidatura de Mauro, manifestou apoio ao então candidato Wellington Fagundes (PL).

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