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Domingo, 20 de outubro de 2019

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Veja lista dos presos pela Defaz acusados de sonegar impostos em Mato Grosso

Da Redação - Wesley Santiago

09 Out 2019 - 13:33

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

 Veja lista  dos presos pela Defaz acusados de sonegar impostos em Mato Grosso
A Delegacia Fazendária (Defaz) confirmou que todos os noves mandados de prisão da ‘Operação Fake Paper’, deflagrada nesta quarta-feira (09), com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa acusada de fraudes no ICMS, foram cumpridos. Em Cuiabá, foram três detidos.

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Os presos foram identificados como: Anilton Gomes Rodrigues, Paulo Cézar Dias de Oliveira, Bruno da Silva Guimarães, Welton Borges Gonçalves, Marcelo Weber Gromann, Edno Rocha Machado de Menezes, Julci Birck, Jean Carlos Matos de Souza e André Alex Arrias de Souza.
 
A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso constatou que, juntas, as empresas Rio Rancho Produtos do Agronegócio Ltda. e Mato Grosso Comércio e Serviços e a B. da S.. Guimarães Eireli emitiram R$ 337.337.930,11 milhões em notas frias, gerando um prejuízo alarmante ao Estado.
 
O advogado Anilton Gomes Rodrigues é apontado com um dos líderes do esquema. Segundo as investigações, ele seria sócio de duas empresas laranjas e atuava com contador em outra. Em sua chegada à delegacia, ele negou as acusações e afirmou que a operação é “fantasiosa” que a Defaz estava dando “showzinho”.
 
Operação
 
A ação policial apura uma organização criminosa que através de falsificação de documento público, falsificação de selo ou sinal público e uso de documento falso promoveu a abertura de empresas de fachada, visando disponibilizar notas fiscais frias para utilização de produtores rurais e empresas nos crimes de sonegação fiscal. Além disso, o esquema possibilitou a prática de crimes não tributários, como a fraude a licitação, ou mesmo 'esquentar' mercadorias furtadas ou roubadas.
 
O delegado Sylvio do Vale Ferreira Junior, que preside as investigações, ressalta que a emissão de notas fiscais frias interfere negativamente na base de dados da Sefaz-MT. “Distorcendo as informações sobre produção econômica do estado e, consequentemente, na composição de índices do Fundo de Participação dos Municípios, e no cálculo do Fundo de Participação dos Estados, causando efeitos devastadores ao estado”.
 
Os mandados foram cumpridos em sete cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Barra do Bugres, Canarana, Sorriso e Juína.

4 comentários

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  • CURIOSO
    11 Out 2019 às 07:48

    PRA QUE SERVEM OS FISCAIS DA SEFAZ MESMO? AH PRA RECEBER V.I. E FICAR COMA BUNDA NA CADEIRA

  • Cuiabano
    10 Out 2019 às 08:59

    Tudo pessoas de bem, que na ultima eleição foram pras ruas gritar........Abaixo a corrupção......Mitooooo........Cadeia no PT.......Povo cristão e Deus acima de todos.........Brasil acima de tudo.......

  • Nenê Bocaiuva
    09 Out 2019 às 17:37

    O valor das notas ficais que é de 337 milhões a sonegação se ocorreu é de algo em torno de 20 milhões, valor considerável, mas não de 337 milhões.

  • Dona Mariquinha do Verdão
    09 Out 2019 às 14:14

    Eitaaa... 337 milhoes é uma boa grana.. Parabens a Policia e a Defaz ..demorou ..mas apareceu..

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