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Sexta-feira, 22 de novembro de 2019

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Servidora pública suspeita de participação em estupros de vulneráveis é presa e afastada do cargo

Da Redação - Wesley Santiago

07 Nov 2019 - 11:25

Foto: Prefeitura de Várzea Grande

Servidora pública suspeita de participação em estupros de vulneráveis é presa e afastada do cargo
A servidora da Prefeitura de Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), Ingridi Keliany Gomes da Silva, de 23 anos, teve o mandado de prisão contra ela cumprido, no dia 24 de outubro, pela Polinter. Ela é acusada de participar de estupros de vulneráveis. Por conta dos fatos, a suspeita foi afastada do cargo.

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A ordem de prisão contra a suspeita foi expedida pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande. Não há detalhes sobre o processo, que corre em segredo de Justiça. Ela seria a responsável por aliciar menores para que mantivessem relações sexuais com outra pessoa.
 
Conforme o apurado pela reportagem, os menores seriam aliciados para um empresário, que já foi preso após ser encontrado crianças em um motel. Na audiência de custódia, a servidora teve a prisão mantida.
 
A Prefeitura de Várzea Grande afirma que foi informada da prisão apenas no dia 29 de outubro, sendo que a afastou do cargo no mesmo dia. Ela trabalhava na Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Espote e Lazer, mas também prestava serviços para Secretaria de Comunicação, na gravação de vídeos.
 
Ainda conforme a prefeitura, o contrato dela foi rescindido. Caso sua inocência seja provada, ela deverá retornar ao cargo.

12 comentários

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  • Francieli Rodrigues da silva
    10 Nov 2019 às 09:41

    Mds....

  • Celina
    09 Nov 2019 às 05:47

    Aonde há fumaça há fogo, imagine só essa moça é um perigo para adolescentes, trabalhando na secretária de educação.

  • Dona Mariquinha do Verdão
    08 Nov 2019 às 10:43

    Nome do Empresário.. please!!!

  • Kesso
    08 Nov 2019 às 07:59

    O STF mandou dizer que ela pode continuar os trabalhos... Porque quem tem dinheiro pode tudo agora, por isso não divulgaram o empresário. #STFVergonhaNacional

  • Greve na educação
    07 Nov 2019 às 20:27

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Klaus
    07 Nov 2019 às 16:36

    O nome do empresário deveria também ser divulgado até mesmo por uma questão de isonomia. Fica claro que isso é segredo de justiça apenas para a parte de maior poder econômico.

  • Thiago Fabiano
    07 Nov 2019 às 16:20

    solta ela la dentro da PCE pra ela aprender

  • Carlos
    07 Nov 2019 às 14:50

    O processo corre em segredo de justiça e a matéria publica o nome da acusada, o local onde trabalha e ainda publica uma possível foto dela para um crime tão hediondo como esse. E se depois ficar provado que ela é inocente? Um absurdo isso!!

  • Polyana
    07 Nov 2019 às 13:23

    KD a foto do empresário, também .

  • Eleonora
    07 Nov 2019 às 12:55

    Imaginem só, na Secretaria de Educação e Cultura. Tenha piedade!

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