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Sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

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Comandante-geral expulsa PMs condenados por tentativa de homicídio e tráfico de armas

Da Redação - Fabiana Mendes

12 Nov 2019 - 14:45

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Comandante-geral expulsa PMs condenados por tentativa de homicídio e tráfico de armas
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Geraldo Assis expulsou das fileiras da Corporação dois policiais, sendo um condenado por tentativa de homicídio e outro por tráfico internacional de armas. As decisões foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE), que circula nesta terça-feira (12). A determinação é de que o comandante recolha o fardamento e apetrechos dos militares. 

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O cabo José Patéis Vieira foi condenado por homicídio qualificado tentado, com pena de oito anos em regime semiaberto. O crime aconteceu no dia 30 de outubro de 2000. Marcos Martins Alves, 22 anos na época, estava parado próximo a ponte da avenida Fernando Corrêa, na Vila Aurora, em uma moto Biz. Avistou uma viatura de polícia e seguiu com a moto, quando ouviu três disparos e foi atingido com um na cabeça.

Marquinhos ficou 22 dias internado e 13 dias na UTI. Hoje com 42 anos, leva seqüelas do incidente. Perdeu a audição, pouco da visão, tem problema de locomoção e ainda carrega estilhaço da bala em sua cabeça. Segundo informações da família que ainda luta por justiça, depois de cair no chão após o tiro, ele foi chutado pelos militares.

Já o cabo Gildo Fernandes de Morais perdeu o cargo após condenação da Justiça Federal de Coxim (MS), em seis anos de reclusão e 15 dias-multa, no valor diário de 1/30 (um trigésimo) do salário mínimo.

Um soldado da Reserva Remunerada também foi convocado a prestar esclarecimentos por suspeitas de estar exercendo de maneira rotineira e irregular a função de advogado no Estado do Rio Grande do Sul. O seu afastamento da Instituição se dava por incapacidade ao trabalho.

Ao ser procurado em seu endereço, no bairro Nova Esperança, em Cuiabá, o militar não foi localizado e ninguém soube informar do seu paradeiro. Ele tem o prazo de 20 dias para comparecer no Comando Geral da PM, com fins de ser interrogado sobre os fatos.

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