Olhar Direto

Quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Notícias / Política MT

Líder diz que não existe 'BolsoMauro' e que aprovação de Reforma atende a determinação federal

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo/ Da Reportagem Local - Érika Oliveira

13 Jan 2020 - 08:01

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Líder diz que não existe 'BolsoMauro' e que aprovação de Reforma atende a determinação federal
Líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) rebateu as declarações do presidente do PT no Estado, o seu colega de parlamento Valdir Barranco de que o governador Mauro Mendes (DEM) está replicando em Mato Grosso o que o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) está fazendo tentando implantar no país, atitude que já vem sendo chamada de ‘BolsoMauro’.

Leia mais
PT repudia Reforma da Previdência e diz que Mauro e Bolsonaro praticam vandalismo político 


Em nota divulgada na última sexta-feira (10), a Executiva Estadual do PT repudiou a proposta de aumento da alíquota da contribuição previdenciária dos servidores públicos ativos e aposentados, apresentada pelo governador Mauro Mendes e disse que o chefe do Executivo, a exemplo do presidente da República, está cometendo um vandalismo político, com a parceria que a sigla batizou de ‘BolsoMauro’.

“Este ato de vandalismo político caracteriza um desmonte orquestrado nacionalmente através do governo Bolsonaro e repetido com mais crueldade no governo Mauro Mendes, firmando a parceria BolsoMauro, para ataque aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”, diz a nota publicada por Barrando, sobre a proposta de Mauro que alíquota previdenciária de 11% para 14%.

Para Dal’Bosco, o governador está apenas tentado adequar o Estado às leis que foram aprovadas pelo Congresso Nacional desde que o ex-presidente da República Michel Temer (MDB) estava no poder.

“O Estado é obrigado a aplicar leis que foram aprovadas no Congresso, como a lei da restituição do sentido fiscal, que foi aprovada em 2017, quando o presidente ainda era o Michel Temer, que obrigou todos os estados brasileiros que até junho de 2019, teriam que aprovar em suas assembleias legislativas, e nós assim fizemos. Cumprimos uma ordem, uma determinação federal”, justificou o democrata, explicando que se os deputados não aprovassem o aumento da alíquota previdenciária, o Estado ficaria impedido de receber recursos do Governo Federal.

“A previdência é a mesma situação, se nós não aprovássemos a alíquota mínima de 14%, nós estaríamos impedidos de financiamento, repasses de recursos do Governo Federal e ficava inadimplente. Então eu acho que nós não estamos replicando e sim cumprindo uma determinação de uma lei que o governo nacional aprovou”, concluiu.

6 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Olhar Direto. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Olhar Direto poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

  • Francisvaldo de Castilho Gonçalves
    13 Jan 2020 às 12:07

    O troco vira nas urnas tanto para seu Bolsonaro, quanto para todos estes deputados que foram eleitos para defender o povo e esta traindo a população, a troco de ver os pobres cada vez mais pobre. Pergunta a qualquer trabalhador se algum mês o patrão deixou de descontar sua previdência. A resposta é não, então está divida não é do trabalhador e sim dos grandes empresários como Mauro Mendes. SR. Mauro Mendes o senhor não se elege mais nem para lavar cachorro, assim como todos estes deputados, os trabalhadores não só de estado como da iniciativa privada tem que dar a troco ao Bolsonaro, ao Mauro Mendes e a estes deputados vamos fazer um limpa, retirar 100% deles e nunca mais reeleger estes bandidos que sugam a população, veja o preço do gás, da gasolina, dos alimentos, a população recebe 1% de aumento e tudo sobe acima disso o que estão fazendo para melhorar a vida dos pobres nada, fazendo politica para retirar mais dinheiro ainda de quem já não tem o suficiente para sobreviver, por que viver desta forma é só para os ricos...

  • Mauro
    13 Jan 2020 às 10:16

    Resumo do governo Mauro Mendes: (1) aumentou o preço das mercadorias no varejo, inclusive álcool e alimentos (2) congelou reajuste do funcionalismo (2) reduziu as aposentadorias com taxação extra (3) reduziu o orçamento da educação (4) favoreceu megaempresários elevando os incentivos fiscais para R$6,3 bilhões/ano (4) aumentou a carga tributária (5) dá mais orçamento para segurança que para a saúde (6) aumentou orçamento dos poderes.

  • servidor
    13 Jan 2020 às 09:19

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • moacir
    13 Jan 2020 às 08:33

    Mentiroso. tanto é, que alguns estados não alteraram em nada a previdência. Roraima é um exemplo. e nem é rico em agropecuária igual MT.

  • alexandre
    13 Jan 2020 às 08:19

    A reforma de MM é bem pior e cruel do que a do governo federal, vai ter aumento dos duodecimos e nada de RGA... é confisco..

  • Chico Bento
    13 Jan 2020 às 08:13

    Valdir Barranco, mostre um projeto pelo menos, pois você já está no segundo mandato e ninguém viu nada!

Sitevip Internet