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Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

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Arma utilizada para matar advogado foi apreendida com suspeitos 36 horas após homicídio

Da Redação - Wesley Santiago

14 Fev 2020 - 08:10

Foto: Olhar Direto

Arma utilizada para matar advogado foi apreendida com suspeitos 36 horas após homicídio
A arma utilizada para matar o advogado e professor Evandro Morales Fernandes, de 41 anos, em 2018, próximo ao parque Zé Bolo Flô, no bairro Jardim Gramado, região do Coxipó, em Cuiabá, foi apreendida pela polícia 36 horas após o crime com os responsáveis pelo homicídio. Mesmo assim, ambos acabaram soltos na ocasião e só foram presos na última terça-feira (11), após trabalho investigativo da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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“Nós usamos nossas técnicas investigativas para localizar esta arma. No momento da prisão, não estava com eles. Porém, havia sido apreendida com os mesmos suspeitos 36 horas depois de terem matado o advogado. Como ainda não havia confronto de balística e as outras informações que temos, eles não ficaram presos, pois não havia relação deles com este crime”, pontuou o delegado Marcel Gomes de Oliveira, responsável pelo caso.
 
Os dois criminosos estavam soltos, apesar de ter uma vasta ficha criminal. Um deles responde por duas tentativas de homicídio e ambos fazem parte de um grupo criminoso responsável por realizar cerca de 15 roubos/furto por dia em Cuiabá.
 
O delegado ainda explicou que conseguiu chegar até a dupla após a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) extrair dois projéteis que estavam dentro do corpo da vítima. “Foi realizada a balística, em um trabalho da gerência deste setor, que constatou que a arma apreendida foi a responsável por expelir os projéteis encontrados”.



“Quando tivemos a resposta positiva, de que tratava-se da arma utilizada no crime, foi um grande passo. Eles estão colocando a culpa no outro. Dizem que estavam pilotando e que o comparsa foi quem atirou”, pontuou o delegado. A arma, apreendida pela polícia, foi roubada há um ou dois anos antes do homicídio do advogado, de uma empresa de segurança no Estado de Goiás.

O caso

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu, na última terça-feira (11), dois acusados de envolvimento na morte do advogado e professor Evandro Morales Fernandes, de 41 anos, morto em 2018 com disparos de arma de fogo próximo ao parque Zé Bolo Flô, no bairro Jardim Gramado, região do Coxipó, em Cuiabá.

De acordo com as informações policiais, o advogado foi alvejado por disparos de arma de fogo quando passava com sua motocicleta pela Rua Bartolomeu Amorim, no dia 18 de fevereiro de 2018. O atirador não levou nada da vítima. Porém, o caso foi confirmado como latrocínio [roubo seguido de morte].

Peritos criminalistas e policiais civis estiveram no local confirmando o óbito e a identidade do advogado. Alguns de seus familiares que moram na região também foram na cena do crime e reconheceram o corpo do jurista. Evandro, além de advogado também era professor da rede pública de Várzea Grande.

3 comentários

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  • Ares
    14 Fev 2020 às 10:11

    As forças de segurança realizam um excelente trabalho digno de elogios porque é público e notório que estão aquém do efetivo esperado as leis são safadas e os políticos ainda criam mais lei pra beneficiar os políticos corruptos e outros criminosos o cidadão que se exploda aí alguns aqui só sabem lamentar o muro das lamentações devia ser no Brasil

  • Júlio
    14 Fev 2020 às 09:05

    Como que usaram técnicas investigativas sendo que a arma já havia sido apreendida 36 horas após o crime?

  • Luiz
    14 Fev 2020 às 08:30

    E tem gente que só fica indignado com o tratamento que esses infames recebem. Bandido bom é bandido....

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