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Leitão apoia direito de defesa de Selma e critica posse de Fávaro: ‘primeiro da lista de derrotados’

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

13 Fev 2020 - 12:01

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Leitão apoia direito de defesa de Selma e critica posse de Fávaro: ‘primeiro da lista de derrotados’
Oficializado como pré-candidato ao Senado durante posse do deputado estadual Carlos Avallone como presidente estadual do PSDB, na tarde desta quarta-feira (12), o ex-deputado federal Nilson Leitão declarou que o Senado está agindo corretamente em dar à senadora cassada Selma Arruda (PODE) o direito de defesa, mas criticou a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) em permitir que Carlos Fávaro (PSD) assuma a vaga. Para o tucano, não existe terceiro colocado em uma eleição que elege dois candidatos.

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“A Selma foi cassada pelo TSE e o Senado tem que dar a ela o direito de ampla defesa. Ela está nesta fase e não há nada de errado até ai. O Senado deu ela o direito da ampla defesa e isso está dentro da legitimidade. O que está errado é querer que outro tome posse. Não existe terceiro lugar na eleição de Senado. Existe um primeiro derrotado na lista em uma fila de derrotados”, disse o ex-deputado.

“Se a justiça determinar não sou eu que tem que concordar ou descordar, mas qual é a diferença de alguém que está respondendo, que tem direito a defesa dentro do Sendo e de alguém que não ganhou a eleição assumir. Ele não ganhou como os outros e não interessa se ele fez dez e o outro fez sete votos. Todos foram derrotados e não existe terceiro lugar em eleição de Senado”, afirmou.

O tucano ainda projetou que Selma deve deixar o cargo no mês de março, após o rito de cassação e que Fávaro não terá tempo para produzir nenhum trabalho relevante como senador, por ficar na cadeira por menos de um mês.

“Se alguém tomar posse no lugar da Selma, ficará lá por 15 ou 20 dias úteis. Tem gente que fica lá dez anos e não faz nada, imagina ficar só isso”, finalizou.

Candidato ao Senado em 2018, Leitão chegou a fazer parte da mesma chapa de Selma Arruda, mas acabaram rompendo, após a senadora eleita abandonar o projeto e abraçar de vez o candidato à presidência Jair Bolsonaro, fato que alavancou a sua candidatura.

Já Leitão, que também teve proposta para se unir a candidatura de Bolsonaro, foi fiel à Geraldo Alckmin e morreu abraçado com o PSDB, ficando em quinto lugar na disputa que teve onze postulantes.

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