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Comemore a felicidade no dia 20 de março!

Da Assessoria

12 Mar 2020 - 11:20

Comemore a felicidade no dia 20 de março!
Em 2011, a felicidade ganhou um dia inteirinho só pra ela. O assessor especial da ONU – Organização das Nações Unidas – Jill Illien propôs esta ideia no sentido de inspirar, promover e celebrar o bem estar e a paz, num movimento global de felicidade.
Tudo começou, na verdade, no pequenino Butão, país asiático, que adotou em 1972 o conceito de Felicidade Nacional Bruta, um índice que deve ser sempre maior que o tal famoso PIB, que cuida única e exclusivamente do material, da grana produzida pelos países.

É importante que os países, além de ricos, também sejam felizes. O intuito de gerar tanta riqueza deve ser em prol do bem estar da população, senão todo o dinheiro movimentado não serviria para nada.  O ambiente deve ser saudável e tranquilo, baseado em 3 pilares: crescimento econômico,  desenvolvimento social e proteção ambiental.

São atividades que devem caminhar de braços dados, pois só quando trabalham juntas podem gerar felicidade e bem estar à população de qualquer lugar do planeta. 193 países concordaram com a proposta e o dia da felicidade começou a ser comemorado internacionalmente a partir de 2013, oficialmente.

Os conceitos de felicidade podem variar, de país pra país, de pessoa pra pessoa, mas devem estar fundamentados sempre na paz e nas oportunidades justas de trabalho para que se viva com dignidade. Você já pensou nos seus desejos pessoais? O que te faria feliz de verdade?

Ter uma família? Você arranjar o emprego dos seus sonhos? Quem sabe acertar na Megasena? Conseguir viajar pra diversos países? Concretizar a compra da sua casa própria? Ver seus filhos se casarem e te darem netos? A felicidade não é uma coisa única, cada um pode ter o seu conceito pessoal de plenitude na vida.

Uma coisa, no entanto, é um consenso geral, tenha o indivíduo valores religiosos ou filosóficos, é fundamental observar que ninguém pode ou deve ser feliz isoladamente. Uma sociedade harmônica, onde a pobreza e a miséria sejam eliminadas é uma comunidade muito mais feliz.

Tom Jobim já dizia, naquela velha canção: “É impossível ser feliz sozinho”. Não dá pra estar totalmente realizado vendo a miséria pela janela de casa, do carro, não poder andar livremente nas ruas com medo de ser assaltado, não poder comprar os bens de consumo que deseja por receio de perder tudo ao virar a esquina.

O Brasil é um país extremamente injusto socialmente e muita gente acaba se acostumando com o próximo sem nada convivendo ao seu lado. Como conseguir alcançar a felicidade convivendo com tanta desigualdade? Todos os anos, as pesquisas sobre bem estar, paz e felicidade colocam o país nos últimos lugares do ranking por causa disso.

Muita gente confunde felicidade com bom humor. Viver de bem com a vida, gostar de celebrar datas especiais como o carnaval, o São João ou a Copa do Mundo. Mas nada disso traduz o verdadeiro sentido de felicidade. Entender o conceito de comunidade é condição fundamental para que se viva bem em sua plenitude.

Os países que encabeçam as listas de felicidade costumam ser europeus, nórdicos, onde praticamente não há miséria. Mesmo aqueles com as profissões mais simples possuem condições humanizadas de viver. Ninguém passa fome, todos têm acesso a tratamentos médicos e educação de qualidade. A felicidade é co0mpartilhada.

E todos são países capitalistas, muito ricos e produtivos, mas onde não se entende sucesso e felicidade como algo pessoal e intransferível. Ou ela é compartilhada com o seu irmão, ou ninguém é feliz de verdade. Em tempos tão egoístas, isso é pra fazer todo mundo pensar, é ou não é?
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