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Profissionais do Samu que atenderam ocorrência da morte de adolescente no Alphaville são ouvidos

30 Jul 2020 - 09:42

Da Redação - Wesley Santiago/Do Local - Isabela Mercuri

Foto: Bruno Pinheiro/TV Vila Real

Profissionais do Samu que atenderam ocorrência da morte de adolescente no Alphaville são ouvidos
Os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que atenderam a ocorrência que culminou na morte de Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, atingida por um disparo, supostamente acidental, dado pela amiga de mesma idade, no condomínio de luxo Alphaville, em Cuiabá, foram ouvidos na manhã desta quinta-feira (30).


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Os profissionais do Samu chegaram em uma ambulância nesta manhã e entraram na sede da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) sem falar com a imprensa.

Eles estavam com documentos em mãos, que serão entregues para as autoridades. Os policiais militares que atenderam a ocorrência também serão ouvidos posteriormente.

O laudo de necropsia da adolescente Isabela Guimarães Ramos concluiu que a adolescente levou um tiro de uma curta distância.

No laudo que tem 42 páginas, os peritos da Politec, explicam que a morte ‘deu-se em decorrência de um traumatismo crânio-encefálico por ação de instrumento pérfuro-contundente, com disparo de arma de fogo a curta distância.
 
Isabele morreu com um tiro na cabeça (entrou na região da narina e saiu pela nuca), efetuado pela amiga ao manusear uma pistola PT 380, dentro do condomínio Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.
 
O Ministério Público Estadual (MPE) apontou no mandado de busca e apreensão, deferido pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Cuiabá, que o empresário Marcelo Cestari teria feito várias ligações a terceiros antes da chegada do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) à sua residência, no condomínio Alphaville, local em que a adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta.

Um menor de idade, ouvido como testemunha no caso contradisse a versão apresentada pelo empresário Marcelo Cestari, em depoimento à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
 
O adolescente contou que o empresário estaria na sala da casa quando aconteceu o disparo que matou Isabele.
 
Tal fato vai contra o que disse o empresário em seu depoimento. Na semana passada, Marcelo contou que estava comendo a sobremesa do jantar, na área externa próximo a piscina da casa.
 
O empresário então contou que escutou um barulho, parecendo com o de uma porta de vidro fechando.
 
Consta ainda no documento de Marcelo que a porta estaria fechada e, por conta disto, não teria identificado que se tratava de um disparo de arma de fogo.

Atualizada às 10h06
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