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optou pelo BRT

"É pra empresa levar embora tudo que não nos serve", diz Mauro sobre processo contra consórcio do VLT; entenda

22 Dez 2020 - 07:32

Da Redação - Max Aguiar / Do Local - Airton Marques

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Em apresentação aos jornalistas sobre o a escolha da mudança de VLT para BRT na tarde desta segunda-feira (21), no Palácio Paiaguás, o governador Mauro Mendes explicou que a escolha por esse novo modal é por conta da facilidade, e que a empresa CAF, dona dos vagões, terá que devolver um valor acima do que seria necessário para compra de novos ônibus. 

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"Mato Grosso propôs nova ação contra o consórcio, pedindo liminarmente que leve os vagões embora e a devolução de R$ 676,8 milhões ao Estado. As obras que fizeram e são aproveitáveis, o estado paga, o que foi feito sem serventia, Mato Grosso pede que devolvam. Temos R$ 676,8 milhões a receber. Serão gastos R$ 430 milhões para a obra e compra dos ônibus. O processo diz que é pra empresa levar embora tudo que não nos serve", disse o governador. 

Quando começa a obra?

O governador disse que em maio de 2021 será lançado o da obra do BRT. "Na sequência compraremos os ônibus. Só vamos comprar os ônibus quando as obras estiverem quase prontas. Não vamos fazer como fizeram antes, que compraram os móveis e depois começaram a fundação da obra. Não vamos depender de dinheiro de ação para fazer a obra. Porém, o mais sensato é a empresa CAF vir para o acordo", disse o governador.

O objetivo, segundo o governador, é uma novidade quanto à mobilidade urbana. "Queremos entregar isso para os prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande", disse Mauro Mendes na coletiva. 

O governador também exemplificou sobre o período de prazos e obras: "Temos prazo sim. Em maio o edital será lançado. Em agosto, a ordem de serviço, e dois anos depois a entrega dos ônibus com o sistema funcionando, ou seja, agosto de 2023". 

Mendes também falou sobre a tarifa. "Se você for andar só no BRT será pago R$ 3, se fosse VLT seria R$ 5,38. Mas, ninguém andará só de BRT. Por isso terá uma conjunção de valores. Pois os ônibus continuarão rodando", explicou. 

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