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Segunda-feira, 08 de março de 2021

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Taxa de infecção para Covid-19 entre adolescentes e jovens foi a que mais cresceu em Cuiabá

Da Redação - Fabiana Mendes

16 Jan 2021 - 09:33

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Taxa de infecção para Covid-19 entre adolescentes e jovens foi a que mais cresceu em Cuiabá
O risco de infecção para Covid-19 é maior entre os mais jovens na capital mato-grossense. Desde 18 de julho de 2020, a taxa de idosos aumentou cerca de 303%, enquanto a de crianças 702%, de adolescentes, 1.012% e de jovens (20 a 29 anos), 744%. Os dados são do Informe Epidemiológico da Prefeitura de Cuiabá. 

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Entre os casos confirmados da doença de residentes em Cuiabá (42.525), prevalece o sexo feminino (54,9%), tendo, desde o início da pandemia apresentado a maior frequência; 228 eram gestantes (1,0%).

A idade média é 41,2 anos, sendo 25,5% dos casos registrados entre adultos de 30 e 39 anos. O grupo de 20 a 49 anos concentra 64,9% dos casos; idosos representaram 14,3% (6.098); E crianças e adolescentes (0 a 19 anos) 6,4%. A distribuição etária apresenta proporções semelhantes entre os sexos, com pequena diferença para os grupos de 20 a 29 anos e acima de 60.

Pouco mais da metade dos indivíduos internados era do sexo masculino (53,4%) e entre as mulheres (1.732), 4,6% eram gestantes (80). A média de idade foi de 56,0 anos e mediana 57 anos; os idosos representam 44,2% das internações e crianças/adolescentes somente 2,0%, com distribuição semelhante entre os sexos, tendo a maior diferença sido verificada nos grupos de 40 a 49 anos e 80 anos.
 
Aumento na média de mortes

Cuiabá teve um aumento significativo no número de mortes diárias e a média saiu de 1,7 óbitos/dia para 6,0 óbitos/dia. Desde o primeiro óbito por Covid-19 em residentes de Cuiabá (15 de abril de 2020) até 09 de janeiro de 2021, foram registradas 1.221 mortes resultando em taxa de letalidade de 2,9%.

Esse índice tem se mantido com pequenas variações desde a semana entre 30 de agosto a 05 de setembro, e permanece pouco mais elevada que a de Mato Grosso (2,5%)2 e que a do Brasil (2,5%).

A taxa de mortalidade, que mede o risco de morte na população cuiabana (195,7/100.000 habitantes) foi superior à taxa do estado (133,7) e mais que o dobro da taxa de mortalidade do país (96,4).

Desde o início de dezembro o número de óbitos, que se encontrava em declínio desde outubro, aumentou consideravelmente. A média de óbitos das últimas quatro semanas foi de 28,5 óbitos/semana, enquanto nas quatro semanas anteriores, a média foi 9,0 óbitos/semana.

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