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Domingo, 09 de maio de 2021

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PREFEITO NÃO SE PRONUNCIOU

Em reunião com Emanuel Pinheiro, empresários pedem flexibilização das restrições ao comércio

Foto: Luiz Alves -Sicom Cuiabá

Em reunião com Emanuel Pinheiro, empresários pedem flexibilização das restrições ao comércio
A reunião feita pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) com representantes do comércio de Cuiabá foi apenas para ouvir demandas e sugestões dos representantes quanto ao decreto do governador Mauro Mendes (DEM), que impõe toque de recolher em todo o Estado a partir das 21h e fechamento total do comércio a partir das 19h. 

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O encontro virtual aconteceu das 14h às 16h30 e contou com a participação do presidente da Federação da Indústria e Comércio (FIEMT), Gustavo de Oliveira, da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá representada por Jonas Alves, com a presidente da Associação Brasileira dos Bares, Restaurantes e Similiares – Abrasel, Lorena Bezerra, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá), Nelson Soares e ainda com o presidente da Fecomércio, José Wenceslau Júnior. 

O deputado Carlos Avalone (PSDB) foi um dos participantes e disse que ainda não tem um decreto formulado pela prefeitura, porém o prefeito disse que na terça-feira (2), no final da manhã, irá anunciar o que foi decidido pela prefeitura. 

Segundo Avalone, os empresários sugeriram que o prefeito readeque o horário do toque de recolher. "Eles acharam muito cedo. Querem flexibilização do horário e das restrições, pois querem funcionamento dos bares apenas com clientes sentados e sem provocar aglomeração. Querem 100% dos ônibus rodando para evitar tumulto no transporte e que não haja festas na cidade. Mas em alguns pontos os empresários estão certos. É inadmissível o torcedor ir comemorar título de time de futebol na avenida ou em bar. O importante agora é não aglomerar", disse o deputado. 

Vale lembrar que o decreto do governador é impositivo e impede que os prefeitos flexibilizem ou relaxem o que foi decidido. O gestor que não seguir à risca o decreto poderá ser penalizado.   

Sobre o não cumprimento da decisão por parte do cidadão, a Assembleia Legislativa irá votar uma multa de R$ 180 que deverá ser aplicado em caso de não cumprimento das ordens do Executivo.

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